• Idioma:
  • Conversão:

Home | Escola de Samba - Unidos da Tijuca

Unidos da Tijuca

Unidos da Tijuca Escola de Samba Bandeira

“Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”


Samba Enredo 2018

Compositores: Totonho, Mart’Nalia, Dudu, Marcelinho Moreira e Fadico
Intérprete: Tinga

Letra do Samba 2018

O GRANDE ESPETÁCULO VAI COMEÇAR 
PREPARE O SEU CORAÇÃO NA ILHA ENCANTADA A LEMBRANÇA 
NO REINO DOS MARES, A INSPIRAÇÃO UM PRÍNCIPE, UM SONHADOR 
GÊNIO DAS ARTES, SEU GRANDE AMOR 
ESPELHO DE “CLARA” SABEDORIA A ESCRITA O FASCINOU 
FEZ DO TABLADO A SUA VIDA ARCANJO DO RISO, POETA DO HUMOR

QUANDO A LUZ ACENDER, O CÉU CLAREAR 
O MORRO DESCER PRA VÊ-LO BRILHAR 
QUANTAS EMOÇÕES A PROPORCIONAR 
OH, MESTRE DA ARTE DE CONTRACENAR

É LINDO VER SEU BRILHANTISMO EM TANTAS CRIAÇÕES 
ROTEIROS, PERSONAGENS, PORTAL DE GRANDES TENTAÇÕES 
O CARNAVAL, UM “TOMA LÁ DA CÁ” DE GENTE BAMBA
QUE TIRA O “PÉ NA COVA” QUANDO SAMBA 
PARTILHA ESSA ALEGRIA NA SAPUCAÍ 
“SAI DE BAIXO”, CHEGOU A HORA, É A VEZ DO POVO DO BOREL 
EM FORMA DE SAMBA, A NOSSA HOMENAGEM À VOCÊ MIGUEL 
TIJUCA, ESCOLA DE VIDA, ÉS MINHA PAIXÃO 
AS LÁGRIMAS DE OUTRORA JÁ NÃO ROLAM MAIS 
SE ROLAREM É DE EMOÇÃO!

O POVO DO SAMBA CHAMOU 
E FEZ DE VOCÊ UM POEMA DE AMOR 
NA MINHA BANDEIRA AZUL E AMARELA 
MAIS UM ESTRELA, MIGUEL FALABELLA


Desfile de 2018




Enredo 2018

  • Carnavalesco: Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo
  • Diretor de Carnaval: Fernando Costa
  • Diretor de Harmonia: Fernando Costa
  • Intérprete: Tinga
  • Mestre de Bateria: Casagrande
  • Rainha de Bateria: Juliana Alves
  • Mestre-Sala: Alex Marcelino
  • Porta-Bandeira: Jackeline Pessanha
  • Comissão de Frente: Alex Neoral
  • Desfile de 2018
  • Posição de desfile: 1° escola a desfilar na segunda-feira (12/02/2018)


“Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”

Sinopse - RESUMO

“Todas as pessoas grandes foram um dia crianças, mas poucas se lembram disso”
O pequeno príncipe 

Memórias. É a partir das lembranças de um garoto que nossa história começa. Era Fevereiro. Sentado a beira da Baía de Guanabara, numa pequena ilha, uma criança abre o livro “O Pequeno Príncipe” e, como em um passe de mágica, se vê dentro do universo criado por Antoine de Saint-Exupéry. Nele, brincadeiras tipicamente suburbanas vão ganhando vida.

“Costumava imaginar que eu era um pequeno príncipe perdido naquela ilha. Comandando meus súditos, que eram a fauna marinha que me rodeava, assim como a Narizinho (de Monteiro Lobato), eu tinha o meu reino das águas claras”. 

Identidade. Ainda dentro do seu próprio imaginário, o já adolescente “pequeno príncipe” se vislumbra com a magia do teatro ao conhecer as peças infantis de Maria Clara Machado. Foi a própria fundadora do Tablado, tradicional escola de Artes Cênicas, quem iniciou a formação artística e profissional do futuro arcanjo das artes.

“Tive o privilégio de ser aluno de Maria Clara Machado. O Tablado foi uma escola maravilhosa, pois nos ensinava a disciplina necessária para o teatro. Ao mesmo tempo em que exercitava nossa imaginação. Afinal, estudávamos no mesmo espaço onde nasceram “Pluft”, “A bruxinha que era boa”, “o cavalinho azul” e tantos outros clássicos da literatura brasileira”.

Graduado. O mundo encantado até então aqui apresentado direciona o jovem ao universo das palavras. Sob influência de sua mãe, professora de literatura francesa e das inúmeras histórias contadas pelo avô, ele começa a dominar a escrita como autor, escritor, dramaturgo. É a partir da velocidade de suas emoções que imaginações/pensamentos/percepções começam a se materializar seja no teatro, nos livros ou como colunista.

“A minha escola pela faculdade de letras me pareceu natural. Achei que se eu queria viver do palco, eu deveria antes de mais nada dominar as palavras”. 

Humor. Mesmo já crescido, nosso grande talento não abandona sua criatividade e goza da vida adulta com muita originalidade na televisão. Correndo dentro de um set de televisão, ele Sai de baixo da saia de uma noiva de Copacabana arrancando aquela beijo com muita salsa e merengue. A confusão está instalada. É um Toma lá, dá cá, mas ninguém consegue segurá-lo até que com um Pé na Cova músicas começam a ecoar…

“Sempre quis fazer humor popular. Falar com a minha gente, usando o português do cotidiano, criando personagens com quem as pessoas pudessem se conectar”. 

Espetáculo. A magnitude da TV acaba remetendo aos grandes cenários vivos dos musicais. O já grande artista também escreve, atua, dirige e (im)exporta sucessos nacionais e estrangeiros que divertem a plateia com suas encenações musicadas. São diversos títulos próprios ou adaptados. O beijo da mulher aranha, a Gaiola das Loucas, Hairspray, O Homem de La Mancha, entre outros. Mas, ele quer mais, não quer parar! ‘Tijuca, faz esse meu sonho acontecer!’ 


  • 2014Campeã
  • 2012Campeã
  • 2010Campeã
  • 1999Campeã

Ficha Técnica

  • Fundação: 31/12/1931
  • Cores: Azul e Amarelo
  • Presidente: Fernando Horta
  • Presidente de Honra: Fernando Horta
  • Quadra: Clube dos Portuários – Av. Francisco Bicalho, 47 – Santo Cristo, Rio, RJ Sede - Rua São Miguel, 430, Tijuca – Rio de Janeiro, RJ – CEP 20530-420
  • Ensaios:-
  • Barracão: Cidade do Samba (Barracão nº 12) - Rua Rivadávia Correa, nº 60 - Gamboa - CEP: 20.220-290
  • Web site: www.unidosdatijuca.com.br
  • Imprensa: Júlia Rodrigues

A História da Unidos da Tijuca

Em 1936, a escola foi a grande campeã do carnaval carioca, com o enredo Sonhos delirantes. Naquele desfile, realizado na Praça Onze, a Tijuca trouxe uma inovação, apresentando alegorias aludindo o enredo.

De 1960 a 1980, enfrentou um período muito difícil, desfilando no segundo grupo e sem conseguir subir. Neste período, somente uma vez chegou perto de voltar ao grupo das grandes. Em 1980, foi a campeã do Grupo 1B, voltando ao grupo principal do carnaval carioca.

O empresário português Fernando Horta assumiu a presidência em 1992 pela primeira vez. Sob sua gestão, uma nova quadra de ensaios foi inaugurada, no Santo Cristo, zona portuária. De acordo com Fernando Horta, essa foi uma medida para atrair recursos para a escola, que assim, poderia ajudar mais a comunidade. Alguns membros da comunidade, no entanto, reclamam da falta de presença da entidade em sua própria quadra, utilizada apenas, segundo estes, pela escola de samba mirim.

Em 1998, homenageou o navegador português Vasco da Gama, além do Clube de Regatas Vasco da Gama, que completava o seu centenário. Nesse ano, foi rebaixada. Mais de uma década depois, o presidente classificaria aquele como "o melhor desfile" e atribuiria o rebaixamento ao fato de os jurados serem flamenguistas e anti-Eurico Miranda. Em 1999, no Grupo de Acesso, a Tijuca fez um desfile memorável, com o enredo O Dono da Terra do carnavalesco Oswaldo, recebendo todas as notas "10", com um belo carnaval e um samba considerado por muitos especialistas como "antológico", sendo reconduzida ao Grupo Especial.

Em 2000, no carnaval comemorativo dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, apresentou o enredo Terra dos papagaios… Navegar foi preciso!. Nesta ocasião, após polêmica devido ao uso da imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança e uma cruz, o carnavalesco Chico Spinoza chegou a ser detido e o painel apreendido. O delegado responsável pela operação chegou a dizer que a escola já teria, com isso, alcançado seus minutos de fama, já que possivelmente obteria uma má colocação. No entanto, o quinto lugar obtido foi o melhor resultado em quase 50 anos. No ano seguinte, cantou a vida e obra de Nélson Rodrigues, mas não obteve o sucesso do ano anterior.

Em 2002, contou a história da Língua Portuguesa, homenageando os países da CPLP. A escola teve problemas com a última alegoria, que a fez terminar o desfile acima do tempo regulamentar e, com isto, ser punida com 0,2 na apuração, terminando em nono lugar. O ano de 2003, abordou como tema de seu desfile os Agudás, povo africano formado por ex-escravos brasileiros que foram para a África. Um desfile também problemático em diversos quesitos, obteve novamente a nova colocação.

Com a chegada de Paulo Barros, em 2004, a Tijuca surpreendeu e conquistou o vice-campeonato, através de um enredo que falava dos avanços da Ciência, tendo revolucionado a estética dos desfiles ao apresentar alegorias humanas. A Revista Nature destacou a alegoria, cuja atração era a presença de 133 bailarinos, que através dos seus movimentos, formavam uma espiral, representando o DNA. Na opinião do então prefeito César Maia, o carro alegórico foi o mais marcante do ano.

Em 2005, foi novamente vice-campeã, com um enredo que falava de cidades e reinos do imaginário humano dessa vez ficando a apenas um décimo da campeã Beija-Flor, tendo sido a favorita do público e vencedora do Estandarte de Ouro de melhor escola.Em 2006, a escola do Morro do Borel entrou como favorita no Sambódromo[carece de fontes onde realizou um desfile vibrante. O enredo abordava o som, e segundo o carnavalesco, seu desafio seria transformá-lo em imagem. O desfile transcorreu perfeitamente[carece de fontes, e a escola ganhou, mais uma vez, o Estandarte de Ouro de melhor escola, porém amargou a sexta colocação. Após o carnaval, Paulo Barros transferiu-se para a Viradouro, sendo substituído pela dupla Lane Santana e Luiz Carlos Bruno

Em 2007, a Tijuca manteve o estilo de Paulo Barros desfilando com o enredo De lambida em lambida, a Tijuca dá um click na avenida, que falou sobre a fotografia, conquistando a quarta colocação, ainda à frente do Viradouro. No carnaval de 2008, a azul e ouro da Tijuca falou sobre os diferentes tipos de coleções.

Alegoria, no desfile de 2009.

No ano seguinte, saindo da linha sobre temas abstratos, apresentou o enredo Uma odisseia sobre o espaço, de autoria de Luiz Carlos Bruno, texto de João Pedro Roriz e samba-enredo de Julio Alves e Totonho,obtendo a 9º colocação. O presidente, naquele ano, reclamou, após o resultado, que a Beija-Flor, ao desfilar antes da Tijuca com um enredo que abordava o banho, espalhou água pela pista, o que teria prejudicado a apresentação dos segmentos, especialmente, do casal de mestre-sala e porta-bandeira

Com o enredo É segredo! e a volta do carnavalesco Paulo Barros no carnaval 2010, a escola quebra o jejum de 74 anos sem o título do Grupo Especial e se torna a campeã do carnaval carioca pela segunda vez,levando ainda o Estandarte de Ouro de melhor escola.

;