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Império Serrano

Império serrano Samba School flag

"O Império do Samba na Rota da China"


Samba Enredo de 2018

Compositores: Tico do Gato, Chupeta, Henrique Hoffman, Lucas Donato, Arlindinho, Andinho Samara, Victor Rangel, Jefferson Oliveira, Ronaldo Nunes e André do Posto 7 

Intérprete: Marquinho Art'Samba

Letra do Samba

“CONFIO” NO MEU VERDE E BRANCO A SEGUIR 

“CONCEDA” O CAMINHO ONDE EU POSSA REINAR 
IMPÉRIO DE TRADIÇÕES IMPONENTES
NOS “ORIENTE” A DESVENDAR
O SÁBIO CONTOU, EU GUARDEI NA MEMÓRIA
A LENDA DO CHÁ QUE MARCOU A HISTÓRIA
NUMA CIDADE MAJESTOSA E PROIBIDA
GANHA VIDA UMA AQUARELA IMPERIAL
A DINASTIA REGISTRADA NOS METAIS
SALVE OS ANCESTRAIS UM LEGADO IMORTAL

QUANDO SOAR O GONGO
TOCA ESSE AGOGÔ
RODA A BAIANA, É FESTA, UM RITUAL DE AMOR
A TRADIÇÃO MILENAR APRENDENDO A SAMBAR
COM O MELHOR PROFESSOR

A SABEDORIA TÃO PERFEITA
FEITO UM OÁSIS DE INVENÇÕES
O “VENTO” SOPRA AO MUNDO UMA “COLHEITA”
DOS “FRUTOS” QUE MUDARAM GERAÇÕES
SUA “FORTALEZA” É O QUE MAZ SEGUIR
SOU MAIS UM GUERREIRO A LUTAR POR TI
“NÃO DESFAZENDO DE NINGUÉM”
VOLTEI AO “MEU LUGAR”
“SERRINHA CUSTA MAS VEM” PRA FICAR

NOSSA COROA A BRILHAR
A CHINA VEM FESTEJAR
E ANUNCIAR O “NOVO ANO”
DEIXA O POVO CANTAR
MATAR A SAUDADE DO IMPÉRIO SERRANO


Desfile de 2018




Enredo 2018

  • Carnavalesco: Fábio Ricardo
  • Diretores de Carnaval: Zé Luiz Escafura Hélio Oliveira
  • Diretor de Harmonia: Cosme Márcio
  • Intérprete: Marquinho Art'Samba
  • Mestre de Bateria: Mestre Gilmar
  • Rainha de Bateria: Milena Nogueira
  • Mestre-Sala: Feliciano Júnior
  • Porta-Bandeira: Raphaela Caboclo
  • Comissão de Frente: Júnior Scapin
  • Desfile de 2018
  • Posição de desfile: 1° a desfilar no domingo (10/02/2018) às 22h


"O Império do Samba na Rota da China"

Sinopse - RESUMO

1. O Império Se Reuniu… Na China 
Ao fundo do suntuoso salão avistamos o sábio que conta para ele sobre a
lenda matriz:
Há 3.000 anos o casulo do bicho da seda caiu no chá da Imperatriz. Ao retirar de sua xícara, descortina um fio brilhante que borda nossa história.
Nasce então a seda verde e branca que nos guiará nessa viagem fascinante pela memória.
Este fio resistente escreve sinuosamente a história da criação: um mundo de opostos e magia.

Da fênix a prosperidade e do majestoso dragão a sabedoria,

No seu bailar infinito, emanam beleza tal qual a coroa Imperial… Emoldurando em colorida aquarela uma antiga cidade proibida de visão sem igual!

2. Velha Guarda Imperial da China – As Dinastias

Os ventos sopram forte, e a viagem segue pelos seus caminhos… Corações

varonis que cultuam nobreza aos seus ancestrais!

Seus legados deixaram registros presentes em nosso dia a dia Talhados no

tempo: ouro, prata e bronzes das Dinastias.

3. O Samba é Nossa Religião – “Todo chinês é taoísta em casa, confucionista na rua e budista na hora da morte” 

O gongo anuncia o Império do samba nos jardins delicados da imortalidade.

Local onde as religiões conduzem ideais de harmonia, paz, equilíbrio e

serenidade.

Do Confucionismo a ética, do Taoísmo o equilíbrio e do budismo o culto aos antepassados.

Povo de alma moldada em magias, talismãs e reencarnação em corações matizados.

4. Pregoa, Pregoeiro: O Mercado é Todo Seu!

Nas areias do tempo, em meio ao deserto árido e ao sol quente, entre

mercadores, pregoeiros e compradores, uma nova era no oriente.

É rota de comercio aberta, “plantando” legados nesse solo fecundo

Soprando nas areias do tempo a “colheita” para todo mundo

O Reizinho maravilhado contemplou as maravilhas que o bravo viajante

relatou: invenções, segredos e tantas magias, com tantas revelações se

encantou.

5. O Meu Império é Raiz, Herança! 

Contemplando as paisagens resplandecentes, ouvindo o som das festas dos povos felizes, mirando espelhos e 

porcelanas de raro esplendor… Subi bem alto na grande muralha, e mergulhei num horizonte repleto de iguarias.

Guerras, batalhas, vitórias de um exército que não se mexia.

Ao longe bandeiras se agitam e anunciavam o grande circo

Dissipam para todo o mundo, o legado ao som de fogos de artifício.

6. Serrinha Custa, Mas Vem!

Viajar é ótimo, mas retornar à Madureira é preciso!

Na bagagem: chá de modernidade, povo hospitaleiro e das crianças o sorriso

Festejam juntos Imperianos e Chineses o ano novo chinês

E mais uma vez a Serrinha mostra-se uma escola aguerrida,

E Povo, festeja feliz, te homenageando, te escolhendo como a escola preferida!


  • 2017Campeã
  • 2008Campeã
  • 2000Campeã
  • 1998Campeã

Ficha Técnica

  • Fundação: 23/03/1947
  • Cores: Verde e Branco
  • Presidente: Vera Lúcia de Souza
  • Presidente de Honra: Vera Lúcia de Souza
  • Quadra: Av. Ministro Edgar Romero, 114 – Madureira CEP 21350-302
  • Ensaios: ?????????
  • Barracão: Cidade do Samba, Barracão 07 - Rua Rivadávia Correa, nº 60 - Gamboa - CEP: 20.220-290
  • Web site: http://sambadoimperioserrano.blogspot.com.br/
  • Imprensa: ?????????

A História da Império Serrano

Em seu primeiro desfile, a escola sagrou-se campeã, no ano de 1948,[37][38] ano em que ainda não havia a divisão do Carnaval entre grupo principal e divisões inferiores. Começava a surgir, no entanto, a disputa política entre as entidades representativas UGES e FBES, sendo o Império filiado a esta última. Apenas as escolas filiadas a FBES teriam recebido verbas públicas, uma retaliação do poder municipal a proximidade entre a UGES (depois UGESB) e o PCB.


A presença de Irênio Delgado, considerado pela Portela e Mangueira como simpatizante do Império Serrano, aprofundou a cisão, levando a organização de mais de um concurso nos três anos seguintes, um por cada entidade representativa (UGESB, FBES e a efêmera UCES, que só durou um ano). No concurso da FBES, o Império Serrano venceu nos três anos, obtendo o tetra-campeonato consecutivo.


Com a reunificação do carnaval em 1952 a partir da criação da AESCRJ, não houve julgamento dos desfiles do grupo principal daquele ano, o que fez com que apenas em seu sexto carnaval a escola da Serrinha não conquistasse o título, sendo vice-campeã em 1953 e 1954. Venceu novamente em 1955 e 1956, posicionando-se a partir de então como uma das forças mais tradicionais do Carnaval carioca de então, ao lado de Portela, Mangueira e Salgueiro.


Em 1975 a escola escolheu como enredo "Zaquia Jorge, Vedete do Subúrbio, Estrela de Madureira", sendo a disputa interna vencida pelo compositor Avarese. No entanto, o samba que ficou em segundo lugar, composto por Acyr Pimentel e Cardoso, acabou sendo gravado por Roberto Ribeiro sob o título "Estrela de Madureira", e se tornou um clássico do samba, e também uma espécie de hino da escola, tornando-se muito mais famoso que o samba vencedor daquele ano.


Em 1978 entre as 10 escolas de samba do Grupo Principal, a Império Serrano termina na sétima posição e com isso sofre o seu primeiro rebaixamento da história .


No ano de 1981, é lançado o livro "Serra, Serrinha, Serrano: o Império do Samba", de Raquel Valença e Suetônio Valença, até hoje considerado uma referência sobre a história da escola.Nesse mesmo ano a escola ficou em último lugar.


Em 1982, a cantora Clara Nunes gravou o Serrinha (samba em homenagem à escola), escrito por Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro.


Também na década de 1980, a escola teve grandes momentos com enredos criados por Fernando Pamplona, desenvolvidos por outros carnavalescos, como Bumbum Praticumbum Prugurundum, de 1982, quando as carnavalescas Rosa Magalhães e Lícia Lacerda deram ao Império Serrano seu último título da primeira divisão, após um jejum de dez anos,Mãe Baiana Mãe (1983), Eu Quero (1986), Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica (1987) e Para com isso, dá cá o meu (1988).[39]


Na década de 1990, a escola enfrentou sérios problemas de política interna que redundaram em três rebaixamentos (1991, 1997, 1999).


O Império voltou à elite do carnaval em 2001, mas ainda permaneceu lutando com dificuldade para permanecer no Grupo Especial. Nesse ano, trouxe um samba de Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena e Elmo Caetano, que foi considerado pela crítica como o mais bonito do ano, e que contava a história da Resistência, como era chamado o Sindicato dos Estivadores do Rio de Janeiro, ao qual vários dos primeiros integrantes da escola foram ligados. Porém um defeito no principal carro alegórico, formado por um contêiner que se abriria durante o desfile, inviabilizou a surpresa que a escola havia preparado, o que certamente deve ter lhe tirado pontos preciosos.


Em 2004, o Império reeditou "Aquarela Brasileira", considerado um dos sambas-enredo mais bonitos da história, e mesmo com problemas financeiros e disputas internas, levantou o público no Sambódromo, mas acabando longe do título na classificação final.

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