Viradouro - Rio Samba School Song Português

Viradouro Samba School Flag

Listen here to the samba song of the Rio Samba School Viradouro. Just click on the music player on the side.


Beija-Flor Samba School

DETAILS

Established in: 24/06/1946

Flag Colours: Red and white

Honorary: Gusttavo Clarão

President: Gusttavo Clarão

Address: Av. do Contorno, 16 – Barreto – Niterói

Reharsals: Av. do Contorno, 16 – Barreto – Niterói

Head Quarter: Rua Rivadávia Correa, 60 – Gamboa

Press:


Viradouro 2018

2018 parading time

Parading Theme: “E Todo Menino é um Rei”

Carnival Designers (Carnavalesco):Jorge Luiz Silveira

Carnival Manager: Miltinho Souza e Gabriel Sequeira

Vocalist: Zé Paulo Sierra Dominguinhos do Estácio

Drummer`s Regent: Mestre Maurão 

Drummer`s Queen: Raissa Machado

Flag Carring Couple: Marquinho e Giovanna

Vanguard:


2018 parading time

Viradouro

Theme: “E Todo Menino é um Rei”

Composers: Felipe Filósofo, Renan Gêmeo, Manolo, Fabio Borges e Claudio Mattos, Rodrigo Gêmeo, Anderson Lemos, Diego Nicolau e Marcello Bertolo

Vocalist: Igor Sorriso e Diego Nicolau

Samba Enredo 2015

 

OS SONHOS NOS ACORDES DA CANÇÃO
O CORAÇÃO SE ENTREGA À MAGIA
CENÁRIO DE AVENTURA E ILUSÃO
ONDE A IMAGINAÇÃO É POESIA
NO MEU PEQUENO LUGAR VIAJEI
NA INFINITA IMENSIDÃO DO MEU OLHAR
GIRA BONECA, BRINCA DE PORTA-BANDEIRA

NESSA BRINCADEIRA QUERO SER SEU PAR

DESEJO SER MAIS UM SUPER-HERÓI
PORQUE MENINO SONHA DEMAIS
MENINO SONHA COM COISAS QUE NUNCA ESQUECE
E QUANDO CRESCE NÃO VÊ JAMAIS

ERÊ, ERÊ, ERÊ, ERÁ
Ê MENINO REI, VEM BATUCAR

QUEM DERA PODER TOCAR AS NUVENS DE ALGODÃO
QUEM DERA MERGULHAR NA DOCE TENTAÇÃO
COLORIR UM MUNDO BEM MAIS BELO
FAZER DA ALEGRIA O MEU CASTELO
COM LÁPIS DE COR, EU VOU DESENHAR
TRAÇOS DA MINHA PAIXÃO
NO AMANHÃ, EU ACREDITO É NESSA MOLECADA
QUE NÃO DÁ BOLA PRA TRISTEZA, NÃO
NA PROTEÇÃO DA IBEJADA

ABRE A RODA IOIÔ…E CIRANDA
ENTRA NA RODA CRIANÇA, VEM SAMBAR
VIRADOURO…FOI NESSE CHÃO QUE ME CRIEI
AQUI TODO MENINO É UM REI

 


2018 Parading Theme

“E Todo Menino é um Rei”

Apresentação

“Todo menino é um rei
Eu também já fui rei
Mas quá!
Despertei!...
...Por cima do mar da ilusão
Eu naveguei! Só em vão
Não encontrei
O amor que eu sonhei
Nos meus tempos de menino
Porém menino sonha demais
Menino sonha com coisas
Qua a gente cresce e não vê jamais...”

Trecho da música “Todo menino é um Rei”
Autores: Nelson Rufino e Zé Luiz,
Imortalizada na voz de Roberto Ribeiro

A Viradouro abre a roda da ciranda e traz consigo a luz da infância, o reino de cada criança que habita em nossos corações. Inspirada nos acordes da canção de Nelson Rufino e Zé Luiz, imortalizada na voz de Roberto Ribeiro, nosso pavilhão convida cada menino a tomar posse de seu trono, junto a pureza de sua juventude. Os poetas registraram em seus versos a grandeza do universo da criança, onde cada um é regente de seu próprio mundo lírico. 

Cada criança guarda em si um reino próprio, uma fantasia muito particular, tecida cuidadosamente pelos fios de seus sonhos, suspensa numa aura iluminada: sua imaginação. Nesse espaço poético reside o encanto que a infância permite. Um reino cercado de amigos imaginários que permeiam a vivência de cada menino: um lugar de beleza, sutileza, brilho e vivacidade. Por mais que os anos nos levem para longe desse lugar especial que todos nós construímos um dia, ele permanece lá: guardado pelas sentinelas de nossa memória.

O quarto de Sua Majestade

Dentro da infância cabe o mundo inteiro. A poesia que reside nos sonhos de um menino ganha vida através de seus desenhos, brinquedos e brincadeiras. O quarto torna-se uma extensão de sua mente fervilhante, cenário de aventuras sem fim. Em seu pequeno mundo fortalezas e castelos se transformam no fundo do mar ou no espaço sideral na velocidade de sua vontade. Não importa o limite físico: a bordo de seus sonhos, cada criança constrói um pequeno palco imaginário, onde seu olhar brilha cheio de vida e pureza.

Os desejos de sua Majestade

É de sonhos que se vive a infância, “porém menino sonha demais”, sem limites dentro de seu mundo. Sonha em ser rápido como uma flecha e ser sempre o vencedor. Não importa a brincadeira, ele sempre quer cortar o vento e chegar primeiro. Sonha em ser grande logo! Pobre menino… se soubesse como é bom se manter criança...

Menino teimoso, que insiste em ficar acordado até mais tarde, só para ver as estrelas, como se elas fossem uma extensão do céu, invadindo a janela de seu quarto. Em seu encanto, se faz super-herói! Guardião do bem e da justiça, combatendo as forças do mal. A infância é o momento das vontades imperativas de Sua Majestade! A liberdade de sua pequenina mente lhe permite querer ser tudo que quiser: “menino sonha com coisas que a gente cresce e não vê jamais...”

Um banquete para Sua Majestade

E como tem energia esse moleque! Mas saco vazio não para em pé! “Não se encha de besteiras, menino! ” ...como resistir às tentações dos sabores que vem da infância? As cores e aromas dos doces fazem os sentidos de Sua Majestade - o Reizinho - acenderem feito espoleta! É comida de festa, comida de criança: pirulito, jujuba, pipoca, sorvete, algodão-doce e brigadeiro! Um verdadeiro banquete! Sonhos confeitados de muito açúcar e carinho de vovó. É a energia que enche de alegria os olhos brilhantes de cada menino. Infância açucarada, adornada de deliciosos confeitos coloridos.

Sua Majestade decreta a felicidade!

Menino é anjo de Deus, espelho da pureza. A infância é um tempo eterno no coração de quem se mantém menino.

“Nada mais do que menino, menino pensando só, no reino do amanhã”. Todo reizinho merece ser feliz. Em seu mundo, não há espaço para tristeza nem “Bicho-Papão”. Toda criança tem o direito inalienável de brincar de bola e de viver cada sonho. Cada pequenino deve tomar lápis e papel e tecer seus contos de heróis e dias ensolarados, campos verdes, rendilhados de flores. Ler e aprender com cada página da fantasia, uma lição para escrever uma página de sua vida.

Cada criança é um pequenino Rei e a ele pertence seu reino inventado: seu castelo multicolorido, que abriga a poesia viva de sua imaginação. É seu direito e dever exercer a realeza de ser criança.

É com leveza e simplicidade, que a Viradouro, essa jovem criança de 70 anos, vem coroar cada menino com um abraço carinhoso. Vem saudar o trono de Sua Majestade, a Infância, que mora num castelo de blocos coloridos, onde cada tijolo é um sonho nascido de sua imaginação.

Carnavalesco: Jorge Luiz Silveira


A História da Unidos do Viradouro

Foi fundada em 24 de junho de 1946 por Nélson dos Santos, conhecido com Jangada, apaixonado por samba costumava organizar batucadas no quintal de sua casa em Capitão Roseira, no alto da Rua D. Mário Viana, conhecida como Rua do Viradouro porque naquele local o bonde fazia o retorno. Disputou os desfiles de Niterói por 39 anos (1947 a 1985), porém, nesse período, veio ao Rio de Janeiro algumas vezes (64 e 65), conseguindo não mais que um 26º lugar (último) na terceira divisão.
Após ser campeã niteroiense por dezoito vezes, a Viradouro resolveu tentar a sorte novamente no Rio em 1986. Fez bons desfiles nos grupos inferiores, Sendo campeã do Grupo 2 em 1989 com o enredo "Mercadores e Mascates" e campeã do Grupo 1 no ano seguinte com "Só Vale o escrito", chegando assim ao Grupo Especial em 1991.
Com uma homenagem à atriz Dercy Gonçalves, a escola surpreendeu e chegou em 7º lugar, à frente da Mangueira e da Vila Isabel, no ano em que o Império Serrano foi rebaixado. No desfile, considerado pela crítica como muito bonito, a homenageada desfilou no alto do primeiro carro alegórico, com os seios à mostra.
Em 1992, apresentou o enredo "A magia da sorte chegou", enredo de autoria de Max Lopes, e que contava a história dos ciganos. Porém a escola não pôde contar com a tal sorte em seu desfile: um dos mais belos carros daquele carnaval, que retratava a Sibéria e trazia vários huskys siberianos, pegou fogo e o incêndio se tornou incontrolável. Os bombeiros tiveram que entrar no meio do desfile para tentar conter as labaredas. As alas tiveram que se espremer na avenida para dar passagem ao carro do Corpo de Bombeiros, enquanto um imenso rastro de fumaça preta cobria a Sapucaí. Os destaques e demais componentes da alegoria foram retirados a tempo e ninguém se feriu; o resto da escola continuar seu desfile, sem parar de cantar. Por fim, a Viradouro se atrasou e perdeu 13 pontos na cronometragem, já que ultrapassou o tempo máximo de desfile. Foram esses pontos perdidos que levaram a escola ao 9º lugar; caso não tivesse sido punida, a escola chegaria em 3º lugar, em seu segundo ano no Grupo Especial.
Max Lopes ainda se manteve na escola em 1993 obtendo o 7° lugar com o enredo "Amor, Sublime Amor", mas em 1994 a Viradouro traria Joãosinho Trinta, que se afastara da Beija-Flor há dois anos. Logo em sua estreia, o carnavalesco obteve o 3º lugar, considerado um ótimo resultado, que foi muito comemorado pela escola. Depois, obteve dois maus resultados, classificando-se na 8ª em 1995 (com "O Rei e os três espantos de Debret") e na 13ª posição em 1996, com "Aquarela do Brasil ano 2000".
Após o péssimo resultado de 1996, quando quase foi rebaixada, a Viradouro tinha o projeto de conseguir chegar ao Desfile das Campeãs. Mas o resultado final foi mais generoso e deu o primeiro título à escola de Niterói. Com Dominguinhos do Estácio como intérprete oficial e "Trevas, luz, a explosão do Universo", levou para a avenida um bonito jogo de cores, contrastando o preto e o branco, o claro e o escuro. Um dos destaques deste desfile foi a bateria ter tocado, na "paradinha", alguns compassos em ritmo de funk, sob o comando de Mestre Jorjão . Na época houve críticas de alguns outros mestres de bateria, que não gostaram da novidade.
No ano seguinte, a escola apresentou o enredo "Orfeu, o Negro do Carnaval", baseado no filme de mesmo nome, que misturava mitologia grega à realidade social brasileira. Naquele ano a escola esperava repetir o sucesso do ano anterior, mas somente conseguiu um quinto lugar, o que a levou a protestar no desfile das campeãs, com alguns de seus integrantes inclusive usando narizes de palhaço. A partir daí, a escola conseguiu sempre chegar ao Desfile das Campeãs, exceto em 2005, quando ficou na 8º posição.
Em 2004 a escola do bairro do Barreto reeditou "A festa do Círio de Nazaré", enredo da Unidos de São Carlos apresentado em 1975, inicialmente a proposta da escola era um enredo inédito sobre a romaria Paraense, porém o então presidente José Carlos Monassa à época interrompeu a disputa de samba-enredo da escola e anunciou a reedição do samba estaciano. Se o critério de descarte da nota mais baixa fosse aplicado nessa época, a escola teria sido campeã do carnaval daquele ano, com 299,8 pontos se descontadas todas as notas minimas de cada quesito, exceto bateria que teve as notas de um julgador anuladas por quebra de sigilo.
No ano de 2005, a escola perdeu seu presidente, o bicheiro José Carlos Monassa Bessil Para sua sucessão, foi eleito o advogado Marco Lira
Em 2007, a agremiação de Niterói apostou todas as fichas no talento do carnavalesco Paulo Barros, ao trazer o enredo "A Viradouro vira o jogo", tentando repetir o sucesso que o mesmo alcançara anos antes na Tijuca. O carnavalesco colocou a bateria em cima de um carro alegórico, um grande tabuleiro de xadrez; esta, conduzida pelo Mestre Ciça, tendo a frente como rainha de bateria Juliana Paes, desceu do carro em plena avenida. O samba, mesmo não sendo considerado pela crítica como um dos melhores, era animado e dizia no refrão "esse jogo vai virar, eu quero ser, o vencedor", tendo sido cantado por torcidas organizadas de futebol meses após o carnaval, fenômeno que não acontecia desde o "Ita" do Salgueiro, em 1993. Mesmo assim, o resultado mais uma vez ficou abaixo do esperado. Em 2008, a escola começou o ano com seu presidente sofrendo um atentado, num ano em que levou para a avenida o enredo "É de Arrepiar!" , que falava sobre as diversas sensações sentidas pelo ser humano, que lhe causariam arrepios, tais como frio, prazer sexual, emoção de um modo geral, medo, nojo e aversão à maldade. Para tanto, a agremiação trocou de intérprete, e diretores de carnaval e de harmonia. A comissão de frente, trouxe homens de gelo, inspirados no personagem inimigo do Batman, que desciam de uma pista de esqui, improvisada sobre o carro abre-alas. Mas o desfile veio incompleto, pois um dos carros alegóricos, que representaria as vítimas do Holocausto, foi proibido pela justiça após ação proposta por grupos judaicos, que consideraram o carro ofensivo . Indignado, o carnavalesco argumentou que não se poderia censurar a história, e o samba não seria menos digno para contar uma história real do que foram os filmes, como "A Lista de Schindler". com a proibição, todas as esculturas foram destruídas, e o carro alegórico passou todo coberto pelo desfile, o que certamente custou pontos à escola, que obteve as seguintes notas: 9.6 / 9.9 / 9.8 / 9.9, ou seja, nenhuma nota máxima no quesito. Novamente, a agremiação acabava fora do desfile das campeãs; porém, se a regra de descarte da nota mais baixa já valesse, ela chegaria em sexto lugar, a frente da Imperatriz Leopoldinense.
Com a recusa de Paulo Barros em fazer um carnaval um pouco mais tradicional e luxuoso, o que fugiria de seu estilo, este acabou sendo demitido da Viradouro , que para o seu lugar contratou, para o carnaval de 2009, o carnavalesco Milton Cunha, que retornou à agremiação. A escola trouxe também novo intérprete: David do Pandeiro, que estava na Santa Cruz . Ainda em 2008, após o Carnaval, houve nova eleição para a presidência, e cogitou-se a candidatura de Luma de Oliveira, mas por fim Marco Lira foi reeleito.
Para o carnaval de 2010, a escola de Niterói levou para a avenida um enredo sobre o México, de Júnior Schall e Édson Pereira . A agremiação passou por muitos problemas em quase todo pré carnaval, se envolvendo também em muitas polêmicas. A começar pela escolha da rainha de bateria, Julia Lira, de apenas 7 anos, filha de Marco Lira Houve quem criticasse a ideia, uma vez que o cargo de rainha de bateria é geralmente ocupado por mulheres que são vistas como símbolos sexuais, e que desfilam quase sempre com muito pouca roupa. Inclusive na própria Viradouro, o posto já havia sido anteriormente ocupado por Luma de Oliveira e Juliana Paes Marco Lira rebateu as críticas dizendo que quem olhasse a questão por esse lado "precisaria procurar um médico". Por fim, a participação da menina foi um sucesso. mas o desfile foi considerado bem abaixo da crítica, principalmente pelo fato de a Viradouro ter sido a quarta a desfilar no domingo, logo em seguida à Tijuca, que acabaria sendo campeã. Depois de 20 anos de grupo especial, a escola acabou terminando na última colocação, sendo rebaixada, causando revolta no presidente Após o carnaval, começou-se a cogitar sua saída da presidência, . o que se concretizou em 13 de abril, com a renúncia.
Pouco depois teve uma eleição onde saiu vitorioso o ex-compositor da escola (Gusttavo Clarão), com o objetivo de recuperar a escola após o fiasco no carnaval de 2010 . pra isso continuou com o casal de Mestre-sala e porta-bandeira; Róbson e Ana Paula, colocou o prata da casa Pablo pra ser o novo diretor de bateria e renovou com Wander Pires, que acabou demitido devido uma briga com um diretor. sendo substiuído por uma comissão formada por Leléu puxando o samba, junto com Diego Nicolau, Niu e Gilberto Gomes. além de ter duas rainhas de bateria, a ex-rainha Patrícia Costa e Dany Bananinha, assistente de palco do programa Caldeirão do Huck.
De volta ao grupo de acesso em 2011, a Viradouro apresenta o enredo "Quem Sou Eu Sem Você?" falando dos outros tipos de comunicação, como a comunicação comextraterrestres, a comunicação com outras vidas através do espiritismo e da mediunidade, homenageando Chico Xavier numa escultura gigante no último carro alegórico psicografando, além de alas com dezenas de médiuns representando o plano espiritual. Também será abordado a comunicação via satélite, com várias antenas de ferro derádio e tv em outra alegoria, além de trazer uma escultura da Torre de Babel sendo escalada no setor que trata da comunicação com o céu. A escola de samba de Niterói vai fazer um desfile com assuntos nunca antes tratados nos desfiles de Carnaval, foi vice-campeã, permanecendo no Grupo de acesso em 2012.
Em 2012 O enredo da Viradouro foi "A vida como ela é, bonitinha mas ordinária... Assim falou Nelson Rodrigues", de autoria do carnavalesco Alexandre Louzada. Sendo a sexta escola a desfilar no sábado de carnaval, apresentou um desfile muito abaixo do que se esperava, acabou ficando em 5° lugar.
Em 2013, a agremiação de Niterói apostou no retorno do "Mago das Cores" Max Lopes, para voltar ao Especial, com um enredo sobre os 60 anos do Salgueiro36 . tendo após o retorno de Leléu a Rocinha. David do Pandeiro retornando, pelo qual se junta a Diego Nicolau, Gilberto Gomes e Niu no quarteto de cantores. Após um desfile bonito e simples, ficou em segundo lugar com 299,6 pontos, ficando atrás da campeã Império da Tijuca que obteve a pontuação máxima de 300 pontos.
Ainda depois do desfile, a escola ficou sem barracão, devido a revitalização do Porto. Depois de oito meses mantendo suas alegorias em um terreno a céu aberto na Avenida Brasil a escola conseguiu se alojar no antigo barracão da Estação Primeira de Mangueira próximo do Sambódromo. Para 2014, a escola apostou no enredo "Sou a Terra de Ismael,'Guanabaran' eu vou Cruzar... Pra Você Tiro o Chapéu, Rio eu vim te Abraçar" onde cantou em homenagem à sua cidade natal; reforçou seu carro de som com o intérprete Zé Paulo que veio da Mangueira, apostou no jovem carnavalesco João Vitor Araújo e teve entre os autores do samba-enredo da escola o cantor Dudu Nobre. A escola depois de muitas dificuldades com o barracão fez um excelente e desfile e passou a figurar entre as favoritas ao titulo da Serie A, favoritismo esse que veio a se confirmar na apuração, onde com apenas uma nota diferente de dez a escola sacramentou seu retorno ao Grupo Especial em 2015. No carnaval de 2015, a escola trouxe como enredo "Nas veias do Brasil, é a Viradouro em um dia de graça" que contou a história da evolução do negro no Brasil baseado nas músicas "Nas veias do Brasil" e "Por um dia de Graça" do compositor Luiz Carlos da Vila, a escola optou por não realizar concurso de samba-enredo e fez uma adaptação das duas músicas de Luiz Carlos para formar o hino que levaria para a avenida. Entretanto, mesmo tendo a ex-rainha de bateria Juliana Paes em sua comissão de frente, a escola acabou prejudicada pelo temporal que caiu durante seu desfile e terminou em 12° lugar, sendo rebaixada novamente para a Série A.
Na preparação para a disputa da Série A em 2018, a Viradouro apostou em um time de peso para tentar o retorno ao Grupo Especial. para a bateria trouxe Mestre Paulinho e para a composição do casal de Mestre Sala e Porte Bandeira, os experientes Marquinhos e Giovanna. A escola se reforçou ainda com Wilson Alves, o Wilsinho, ex-presidente da Unidos de Vila Isabel, como diretor de carnaval. e como carnavalesca Márcia Lage, vice-campeã do carnaval de 2015 em dupla com o marido, Renato Lage, no Salgueiro, mas devido a problemas de saúde Márcia pediu dispensa, para seu lugar a escola trouxe de volta o "Mago das Cores" Max Lopes.

 

 


Viradouro`s history

Foi fundada em 24 de junho de 1946 por Nélson dos Santos, conhecido com Jangada, apaixonado por samba costumava organizar batucadas no quintal de sua casa em Capitão Roseira, no alto da Rua D. Mário Viana, conhecida como Rua do Viradouro porque naquele local o bonde fazia o retorno. Disputou os desfiles de Niterói por 39 anos (1947 a 1985), porém, nesse período, veio ao Rio de Janeiro algumas vezes (64 e 65), conseguindo não mais que um 26º lugar (último) na terceira divisão.
Após ser campeã niteroiense por dezoito vezes, a Viradouro resolveu tentar a sorte novamente no Rio em 1986. Fez bons desfiles nos grupos inferiores, Sendo campeã do Grupo 2 em 1989 com o enredo "Mercadores e Mascates" e campeã do Grupo 1 no ano seguinte com "Só Vale o escrito", chegando assim ao Grupo Especial em 1991.
Com uma homenagem à atriz Dercy Gonçalves, a escola surpreendeu e chegou em 7º lugar, à frente da Mangueira e da Vila Isabel, no ano em que o Império Serrano foi rebaixado. No desfile, considerado pela crítica como muito bonito, a homenageada desfilou no alto do primeiro carro alegórico, com os seios à mostra.
Em 1992, apresentou o enredo "A magia da sorte chegou", enredo de autoria de Max Lopes, e que contava a história dos ciganos. Porém a escola não pôde contar com a tal sorte em seu desfile: um dos mais belos carros daquele carnaval, que retratava a Sibéria e trazia vários huskys siberianos, pegou fogo e o incêndio se tornou incontrolável. Os bombeiros tiveram que entrar no meio do desfile para tentar conter as labaredas. As alas tiveram que se espremer na avenida para dar passagem ao carro do Corpo de Bombeiros, enquanto um imenso rastro de fumaça preta cobria a Sapucaí. Os destaques e demais componentes da alegoria foram retirados a tempo e ninguém se feriu; o resto da escola continuar seu desfile, sem parar de cantar. Por fim, a Viradouro se atrasou e perdeu 13 pontos na cronometragem, já que ultrapassou o tempo máximo de desfile. Foram esses pontos perdidos que levaram a escola ao 9º lugar; caso não tivesse sido punida, a escola chegaria em 3º lugar, em seu segundo ano no Grupo Especial.
Max Lopes ainda se manteve na escola em 1993 obtendo o 7° lugar com o enredo "Amor, Sublime Amor", mas em 1994 a Viradouro traria Joãosinho Trinta, que se afastara da Beija-Flor há dois anos. Logo em sua estreia, o carnavalesco obteve o 3º lugar, considerado um ótimo resultado, que foi muito comemorado pela escola. Depois, obteve dois maus resultados, classificando-se na 8ª em 1995 (com "O Rei e os três espantos de Debret") e na 13ª posição em 1996, com "Aquarela do Brasil ano 2000".
Após o péssimo resultado de 1996, quando quase foi rebaixada, a Viradouro tinha o projeto de conseguir chegar ao Desfile das Campeãs. Mas o resultado final foi mais generoso e deu o primeiro título à escola de Niterói. Com Dominguinhos do Estácio como intérprete oficial e "Trevas, luz, a explosão do Universo", levou para a avenida um bonito jogo de cores, contrastando o preto e o branco, o claro e o escuro. Um dos destaques deste desfile foi a bateria ter tocado, na "paradinha", alguns compassos em ritmo de funk, sob o comando de Mestre Jorjão . Na época houve críticas de alguns outros mestres de bateria, que não gostaram da novidade.
No ano seguinte, a escola apresentou o enredo "Orfeu, o Negro do Carnaval", baseado no filme de mesmo nome, que misturava mitologia grega à realidade social brasileira. Naquele ano a escola esperava repetir o sucesso do ano anterior, mas somente conseguiu um quinto lugar, o que a levou a protestar no desfile das campeãs, com alguns de seus integrantes inclusive usando narizes de palhaço. A partir daí, a escola conseguiu sempre chegar ao Desfile das Campeãs, exceto em 2005, quando ficou na 8º posição.
Em 2004 a escola do bairro do Barreto reeditou "A festa do Círio de Nazaré", enredo da Unidos de São Carlos apresentado em 1975, inicialmente a proposta da escola era um enredo inédito sobre a romaria Paraense, porém o então presidente José Carlos Monassa à época interrompeu a disputa de samba-enredo da escola e anunciou a reedição do samba estaciano. Se o critério de descarte da nota mais baixa fosse aplicado nessa época, a escola teria sido campeã do carnaval daquele ano, com 299,8 pontos se descontadas todas as notas minimas de cada quesito, exceto bateria que teve as notas de um julgador anuladas por quebra de sigilo.
No ano de 2005, a escola perdeu seu presidente, o bicheiro José Carlos Monassa Bessil Para sua sucessão, foi eleito o advogado Marco Lira
Em 2007, a agremiação de Niterói apostou todas as fichas no talento do carnavalesco Paulo Barros, ao trazer o enredo "A Viradouro vira o jogo", tentando repetir o sucesso que o mesmo alcançara anos antes na Tijuca. O carnavalesco colocou a bateria em cima de um carro alegórico, um grande tabuleiro de xadrez; esta, conduzida pelo Mestre Ciça, tendo a frente como rainha de bateria Juliana Paes, desceu do carro em plena avenida. O samba, mesmo não sendo considerado pela crítica como um dos melhores, era animado e dizia no refrão "esse jogo vai virar, eu quero ser, o vencedor", tendo sido cantado por torcidas organizadas de futebol meses após o carnaval, fenômeno que não acontecia desde o "Ita" do Salgueiro, em 1993. Mesmo assim, o resultado mais uma vez ficou abaixo do esperado. Em 2008, a escola começou o ano com seu presidente sofrendo um atentado, num ano em que levou para a avenida o enredo "É de Arrepiar!" , que falava sobre as diversas sensações sentidas pelo ser humano, que lhe causariam arrepios, tais como frio, prazer sexual, emoção de um modo geral, medo, nojo e aversão à maldade. Para tanto, a agremiação trocou de intérprete, e diretores de carnaval e de harmonia. A comissão de frente, trouxe homens de gelo, inspirados no personagem inimigo do Batman, que desciam de uma pista de esqui, improvisada sobre o carro abre-alas. Mas o desfile veio incompleto, pois um dos carros alegóricos, que representaria as vítimas do Holocausto, foi proibido pela justiça após ação proposta por grupos judaicos, que consideraram o carro ofensivo . Indignado, o carnavalesco argumentou que não se poderia censurar a história, e o samba não seria menos digno para contar uma história real do que foram os filmes, como "A Lista de Schindler". com a proibição, todas as esculturas foram destruídas, e o carro alegórico passou todo coberto pelo desfile, o que certamente custou pontos à escola, que obteve as seguintes notas: 9.6 / 9.9 / 9.8 / 9.9, ou seja, nenhuma nota máxima no quesito. Novamente, a agremiação acabava fora do desfile das campeãs; porém, se a regra de descarte da nota mais baixa já valesse, ela chegaria em sexto lugar, a frente da Imperatriz Leopoldinense.
Com a recusa de Paulo Barros em fazer um carnaval um pouco mais tradicional e luxuoso, o que fugiria de seu estilo, este acabou sendo demitido da Viradouro , que para o seu lugar contratou, para o carnaval de 2009, o carnavalesco Milton Cunha, que retornou à agremiação. A escola trouxe também novo intérprete: David do Pandeiro, que estava na Santa Cruz . Ainda em 2008, após o Carnaval, houve nova eleição para a presidência, e cogitou-se a candidatura de Luma de Oliveira, mas por fim Marco Lira foi reeleito.
Para o carnaval de 2010, a escola de Niterói levou para a avenida um enredo sobre o México, de Júnior Schall e Édson Pereira . A agremiação passou por muitos problemas em quase todo pré carnaval, se envolvendo também em muitas polêmicas. A começar pela escolha da rainha de bateria, Julia Lira, de apenas 7 anos, filha de Marco Lira Houve quem criticasse a ideia, uma vez que o cargo de rainha de bateria é geralmente ocupado por mulheres que são vistas como símbolos sexuais, e que desfilam quase sempre com muito pouca roupa. Inclusive na própria Viradouro, o posto já havia sido anteriormente ocupado por Luma de Oliveira e Juliana Paes Marco Lira rebateu as críticas dizendo que quem olhasse a questão por esse lado "precisaria procurar um médico". Por fim, a participação da menina foi um sucesso. mas o desfile foi considerado bem abaixo da crítica, principalmente pelo fato de a Viradouro ter sido a quarta a desfilar no domingo, logo em seguida à Tijuca, que acabaria sendo campeã. Depois de 20 anos de grupo especial, a escola acabou terminando na última colocação, sendo rebaixada, causando revolta no presidente Após o carnaval, começou-se a cogitar sua saída da presidência, . o que se concretizou em 13 de abril, com a renúncia.
Pouco depois teve uma eleição onde saiu vitorioso o ex-compositor da escola (Gusttavo Clarão), com o objetivo de recuperar a escola após o fiasco no carnaval de 2010 . pra isso continuou com o casal de Mestre-sala e porta-bandeira; Róbson e Ana Paula, colocou o prata da casa Pablo pra ser o novo diretor de bateria e renovou com Wander Pires, que acabou demitido devido uma briga com um diretor. sendo substiuído por uma comissão formada por Leléu puxando o samba, junto com Diego Nicolau, Niu e Gilberto Gomes. além de ter duas rainhas de bateria, a ex-rainha Patrícia Costa e Dany Bananinha, assistente de palco do programa Caldeirão do Huck.
De volta ao grupo de acesso em 2011, a Viradouro apresenta o enredo "Quem Sou Eu Sem Você?" falando dos outros tipos de comunicação, como a comunicação comextraterrestres, a comunicação com outras vidas através do espiritismo e da mediunidade, homenageando Chico Xavier numa escultura gigante no último carro alegórico psicografando, além de alas com dezenas de médiuns representando o plano espiritual. Também será abordado a comunicação via satélite, com várias antenas de ferro derádio e tv em outra alegoria, além de trazer uma escultura da Torre de Babel sendo escalada no setor que trata da comunicação com o céu. A escola de samba de Niterói vai fazer um desfile com assuntos nunca antes tratados nos desfiles de Carnaval, foi vice-campeã, permanecendo no Grupo de acesso em 2012.
Em 2012 O enredo da Viradouro foi "A vida como ela é, bonitinha mas ordinária... Assim falou Nelson Rodrigues", de autoria do carnavalesco Alexandre Louzada. Sendo a sexta escola a desfilar no sábado de carnaval, apresentou um desfile muito abaixo do que se esperava, acabou ficando em 5° lugar.
Em 2013, a agremiação de Niterói apostou no retorno do "Mago das Cores" Max Lopes, para voltar ao Especial, com um enredo sobre os 60 anos do Salgueiro36 . tendo após o retorno de Leléu a Rocinha. David do Pandeiro retornando, pelo qual se junta a Diego Nicolau, Gilberto Gomes e Niu no quarteto de cantores. Após um desfile bonito e simples, ficou em segundo lugar com 299,6 pontos, ficando atrás da campeã Império da Tijuca que obteve a pontuação máxima de 300 pontos.
Ainda depois do desfile, a escola ficou sem barracão, devido a revitalização do Porto. Depois de oito meses mantendo suas alegorias em um terreno a céu aberto na Avenida Brasil a escola conseguiu se alojar no antigo barracão da Estação Primeira de Mangueira próximo do Sambódromo. Para 2014, a escola apostou no enredo "Sou a Terra de Ismael,'Guanabaran' eu vou Cruzar... Pra Você Tiro o Chapéu, Rio eu vim te Abraçar" onde cantou em homenagem à sua cidade natal; reforçou seu carro de som com o intérprete Zé Paulo que veio da Mangueira, apostou no jovem carnavalesco João Vitor Araújo e teve entre os autores do samba-enredo da escola o cantor Dudu Nobre. A escola depois de muitas dificuldades com o barracão fez um excelente e desfile e passou a figurar entre as favoritas ao titulo da Serie A, favoritismo esse que veio a se confirmar na apuração, onde com apenas uma nota diferente de dez a escola sacramentou seu retorno ao Grupo Especial em 2015. No carnaval de 2015, a escola trouxe como enredo "Nas veias do Brasil, é a Viradouro em um dia de graça" que contou a história da evolução do negro no Brasil baseado nas músicas "Nas veias do Brasil" e "Por um dia de Graça" do compositor Luiz Carlos da Vila, a escola optou por não realizar concurso de samba-enredo e fez uma adaptação das duas músicas de Luiz Carlos para formar o hino que levaria para a avenida. Entretanto, mesmo tendo a ex-rainha de bateria Juliana Paes em sua comissão de frente, a escola acabou prejudicada pelo temporal que caiu durante seu desfile e terminou em 12° lugar, sendo rebaixada novamente para a Série A.
Na preparação para a disputa da Série A em 2018, a Viradouro apostou em um time de peso para tentar o retorno ao Grupo Especial. para a bateria trouxe Mestre Paulinho e para a composição do casal de Mestre Sala e Porte Bandeira, os experientes Marquinhos e Giovanna. A escola se reforçou ainda com Wilson Alves, o Wilsinho, ex-presidente da Unidos de Vila Isabel, como diretor de carnaval. e como carnavalesca Márcia Lage, vice-campeã do carnaval de 2015 em dupla com o marido, Renato Lage, no Salgueiro, mas devido a problemas de saúde Márcia pediu dispensa, para seu lugar a escola trouxe de volta o "Mago das Cores" Max Lopes.

 

 

Rio Carnival 2018
Samba Schools &
Samba Songs

Find here all Rio Samba School details with the latest samba songs and 2018 parading themes.

You will be able to listen to the 2018 samba songs on your own Rio Carnival Page as soon as they are released.

All samba school songs
info about the schools
all about 2018 rio carnival

Rio Carnival Samba School Photos

Titles of the School

YAER PLACE
1949 Winner
1950 Winner
1951 ---------------
1952 Winner
1953 Winner
1954 ---------------
1955 2nd place
1956 Winner
1957 Winner
1958 Winner
1959 Winner
1960 3rd place
1961 --------------
1962 Winner
1963 Winner
1964 ---------------
1965 26th place
1966 ---------------
1967 2nd place
1968 2nd place
1969 2nd place
1970 2nd place
1971 Winner
1972 2nd place
1973 Winner
1974 Winner
1975 2nd place
1976 3rd place
1977 3rd place
1978 2nd place
1979 2nd place
1980 Winner
1981 Winner
1982 Winner
1983 Winner
1984 Winner
1985 2nd place
1986 -------------
1987 5th place
1988 2nd place
1989 Winner
1990 Winner
1991 7th place
1992 9th place
1993 7th place
1994 3rd place
1995 8th place
1996 13th place
1997 Winner
1998 5th place
1999 3rd place
2000 3rd place
2001 5th place
2002 5th place
2003 6th place
2004 4th place
2005 8th place
2006 3rd place
2007 5th place
2008 7th place
2009 8th place
2010 12th place
2011 2nd place
2012 5th place
2013 2nd place
2014 Winner
2015 12th place
2018