Império da Tijuca - Samba School Song Português

Império da Tijuca Samba School flag

Listen here to the samba song of the Rio Samba School Império da Tijuca.
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Império da Tijuca Samba School

DETAILS

Established in: 08/12/1940

Flag Colours: Green and White

President: Antônio Marcos Teles 

Address: Rua Medeiros Pássaro, 84 – Tijuca

Reharsals: Rua Medeiros Pássaro, 84 – Tijuca

Head Quarter: Rua Rivadávia Correa, 60 – Gamboa (Cidade do Samba - Barracão 07)


Império da Tijuca 2017

2017 parading time

Parading Theme: "O ultimo dos Profetas"

Carnival Designer (Carnavalescos): Júnior Pernambucano 

Carnival Manager:

Harmony Manager: Rogerinho Daniel Silva

Vocalist: Pixulé e Igor Vianna

Drummer`s Regent: Laynara Telles 

Drummer`s Queen: Luiz Augusto Gleice Simpatia

Flag Carring Couple:

Vanguard Group:


Império da Tijuca Samba School Rio Carnival

 

Imperatriz Samba School Song

 

 

Império da Tijuca

Theme: "O ultimo dos Profetas"

Composers:  Pixulé, Edmar Jr, Gigi da Estiva, Rodrigo Alemão e Nino Smith, Thiago Meiners, Rafael Tubino, James Bernardes e Victor Alves 

Vocalist: Pixulé e Igor Vianna

Samba Lyrics

À NOITE EM PLENO DESERTO
DO BRILHO DA ESTRELA, UM ANJO ANUNCIOU 
BENDITO É O FRUTO EM TEU VENTRE 
QUE O DIVINO ABENÇOOU
JUDÁ VÊ O HOMEM DO POVO CUMPRIR A MISSÃO
TRAZER ESPERANÇA EM CADA CORAÇÃO
BATISMO DE LUZ NAS ÁGUAS DA VIDA
JOÃO DE SUA MORTE NASCERÁ A NOSSA FÉ
QUE NO BRASIL SE FAZ MAIS FORTE 
VENCENDO A TRAIÇÃO DE SALOMÉ

ÔÔÔ KABIECILE XANGÔ
ÔÔÔ KAÔ
É O REI TRAZENDO JUSTIÇA 
KAÔ, MEU PAI, XANGÔ

SABEDORIA E CORAGEM PRA LUTAR
RELEMBRANDO ÀS MARGENS DO JORDÃO
O FOGO DO ORIXÁ, A CHAMA DA CELEBRAÇÃO
VEM VER, ESSA GENTE GUERREIRA 
QUE EM JUNHO FESTEJA SAUDANDO JOÃO
A VIDA CAIPIRA, A HUMILDADE
DO VIOLEIRO, SANFONEIRO, CANTADOR
É MEU IMPÉRIO DA TIJUCA 
CLAMANDO PAZ E AMOR

PROFETA, OLHAI POR NÓS
OUÇA A VOZ DO MORRO DA FORMIGA
É TEMPO DE SALVAÇÃO
O MEU IMPÉRIO HOJE CANTA EM ORAÇÃO


2017 Parading Theme

"O ultimo dos Profetas"

 

Sinopse

A Judeia está em festa. Na noite límpida do deserto, desce das estrelas a luz que anuncia a chegada de um profeta de fé e amor. Esta noite esperada e iluminada festeja com alegria o nascimento do emissário da esperança. Conforme anunciou o anjo Gabriel, nascerá João!

Gerado no útero de Isabel, que saudou Maria, mãe de Jesus: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Veio ao mundo em uma pequena aldeia de Judá. Filho de uma terra árida, ponteada por rochedos, de calor intenso e vento cortante; habitada por camelos, ovelhas, cabras e beduínos de vestes escuras e pele curtida ao sol; coberta por vegetação tímida e rara, mas que garantia o sustento à gente sofrida.

Criado na tradição judaica foi viver com a mãe no deserto, após a morte do pai, Zacarias. Ao perceber que chegara a hora de cumprir sua missão, de anunciar a vinda de um Messias que estabeleceria o Reino do Céu na própria Terra, passou a peregrinar junto aos povos que perambulavam pela região. Assim surgia o profeta da esperança: homem simples, que vestia peles de animais e se alimentava de gafanhotos e mel. Porque era a fé o seu principal alimento.

Sob o sol escaldante do árido deserto, fazia suas preces e seus sacrifícios, pregando o arrependimento e lições de amor. Humilde, João dizia que não era digno nem sequer de apertar as sandálias do Messias. Batizava a todos que se arrependiam e multidões sempre iam ver suas pregações no rio Jordão – o mesmo em cujas margens, tempos depois, apoiou Jesus em suas mãos e o mergulhou em suas águas claras, das quais emergiram o Cristo Salvador.

Contam as escrituras que, ao batizar Jesus, João ouviu dos céus uma voz que lhe disse: “Este é o Meu filho amado”. Neste momento, uma pomba esvoaçou sobre os dois dentro do rio, e dos céus, abertos em banho de luz dourada, desceu à Terra o próprio Espírito Santo. Discursando para seus seguidores no deserto, despertou a ira do rei Herodes Antipas – filho de Herodes, O Grande, o mesmo que mandara matar as crianças de Belém quando Jesus nasceu – por condenar o casamento dele com Herodíades, mulher de seu próprio irmão.

Preso na fortaleza de Maqueronte, onde ficou até o dia de sua morte, teve o destino selado no aniversário de Antipas. Em festa de luxo e fartura, o rei encanta-se com a dança de Salomé, filha de Herodíades – que, para vingar o nome de sua mãe, pediu a cabeça de João como recompensa.

Da morte de João, renasceu ainda mais forte a mensagem de fé, amor e esperança, a mesma que banhou a Judeia na noite de seu nascimento. O último dos profetas, forjado na dura vida do deserto, anunciador do Messias, virou mártir – de um lado, por conta da ambição e do espírito de vingança dos poderosos; de outro, por conta de sua própria coragem.

Coragem que, no Brasil, se espelha no sincretismo com a umbanda, crença miscigenada do nosso povo na qual São João Batista é Xangô – orixá da justiça e da sabedoria, do fogo e do trovão, do raio e das almas, do ar e da terra. Soberano das pedreiras, que lembram as rochas do Deserto da Judeia, é reverenciado com a saudação “kaô kabecilê”, que significa “Venha ver o Rei descer sobre a Terra” – expressão que encontra paralelo com as pregações do profeta que anunciava o Messias. Mas Xangô também reina nas cachoeiras, com as águas que purificam, lembrando os batismos às margens do Rio
Jordão.

Rei guerreiro que conquistou reinos e enriqueceu seu povo iorubá, a missão de Xangô é cobrar de quem deve e premiar a quem merece, agindo sempre com sabedoria. Seu poder queima e destrói todo o mal, transformado-o em todo o bem, conforme nosso merecimento. É isso que se pede à beira das labaredas no mês de junho, de acordo com a simbologia ancestral das fogueiras. Grande, poderoso, vaidoso, implacável e valente, Xangô é também exemplo de compaixão e justiça – simbolizada pelo seu machado de duas faces, que a todos julga, sem distinção.

O fogo de Xangô nos leva a falar novamente do nascimento de João – data que, para os povos da Antiguidade, coincidia com a proximidade das colheitas e os rituais dos camponeses para afastar os maus agouros, as pestes, a estiagem. O fogo tinha, também, a simbologia de purificação dos pecados. Nos dias de hoje, é isso que se pedi ao pular as brasas das fogueiras no mês de junho.

Tradição essa celebrada em muitos países da Europa (Portugal, Espanha, França, Rússia, Polônia) e das Américas (Paraguai, Argentina, Cuba, Bolívia, Chile, Peru e Venezuela). Além, é claro, do Brasil. Nas nossas terras, a devoção e a tradição trazidas pelos portugueses seduziram nosso povo, fazendo das Festas Juninas uma das maiores homenagens a São João Batista – e seus companheiros Santo Antônio e São Pedro.

Festas que alegram o país com suas cores, luzes, comidas, bebidas, danças e músicas típicas, adivinhações e crendices – principalmente no Nordeste, em cidades como Campina Grande (Paraíba), Caruaru (Pernambuco), São Luiz (Maranhão), Mossoró (Rio Grande do Norte) e Salvador (Bahia).

Pelas pregações dos jesuítas, o caráter religioso dos festejos juninos europeus passou a celebrar a vida, os costumes e as tradições do homem simples, principalmente do campo.

É a vida do caipira, do bacamarteiro e do violeiro; do sanfoneiro, do tocador de triângulo e de zabumba.
Gente que dança forró, baião, arrastapé, xaxado e quadrilha;
Que faz adivinhações, enfiando a faca na bananeira ou jogando papeis em bacias d’água para saber o nome do grande amor;
Que solta rojões, foguetes, buscapés e salta a fogueira;
Que sobe no pau de sebo em um arraial ornado por bandeirolas;
Que veste roupas coloridas, às vezes remendadas com retalhos de tecido;
Que usa chapéu de palha e admira os balões no céu;
Que come pamonha, canjica, munguzá, pipoca, pé-de- moleque e milho assado na fogueira.
Gente humilde como o próprio João – aquele menino da Judeia, cuja vida e cujo sangue serviram para anunciar a chegada de um novo tempo. Um tempo de salvação, um tempo de fé, um tempo de esperança.

Império da Tijuca`s history

A escola, desde o início, efetivou experiências comunitárias no Morro da Formiga, no bairro da Tijuca, onde foi fundada em 1940.
União das antigas escolas Recreio da Mocidade e Estrela da Tijuca, entre os seus fundadores estão Joaquim Augusto de Oliveira (Quincas), Agripino de Souza, Rodolfo Augusto de Oliveira, Celestina Pinto Rabaça, Fernando Matos, Jorge Domingos da Silva, João Escrevente, Mario Pereira, Manoel Queiroz, Aylton dos Santos, Emílio Marcatte, Manuel Pinto, entre outros.
Entre os nomes mais famosos da escola, estão Sinval Silva (um dos compositores prediletos de Carmen Miranda) e Mário Pereira (Marinho da Muda), falecido em 1989.
Havia uma escola de alfabetização para crianças, a "Tropa José do Patrocínio" (grupo de escoteiros do morro), que atuou anos na comunidade. A Império da Tijuca foi a primeira escola de samba a usar o termo Império, razão pela qual tem uma coroa, símbolo da nobreza, em sua bandeira, bem como ramos de fumo e café que traduziam as riquezas do Brasil na época.
Durante a década de 1980, a escola esteve cinco vezes no grupo principal. Dessas, quatro foram consecutivas (de 1984 a 1987). Depois, conseguiu somente participar novamente do Grupo Especial em 1996, com o enredo "O Reino Unido Independente do Nordeste", de Miguel Falabella. Desde então teve problemas financeiros até 2005, quando o presidente Antônio Marcos Telles, mais conhecido como Tê, assumiu e organizou a escola, obtendo a quinta colocação no primeiro ano de seu mandato. E logo se tornou campeã do grupo B com o enredo Tijuca, cantos, recantos e encantos.
Em 2007 emocionou a Marquês de Sapucaí falando de São Jorge com o enredo O Intrépido Santo Guerreiro, obtendo a quinta colocação no grupo A.
Em 2008, com a proposta da prefeitura de elaborar um enredo sobre os 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, e com problemas em alegorias e fantasias, que foram prejudicadas pela chuva, o Império da Tijuca termina a apuração na sétima colocação .
No ano seguinte, a escola da Formiga repatriou a modelo Nana Gouvêa como madrinha de bateria, e trouxe como intérprete Pixulé. Reeditou o enredo O mundo de barro de Mestre Vitalino, do carnaval de 1977. A escola conseguiu a 7º colocação com 236,3 pontos, permanecendo no Grupo de Acesso em 20104 .
Para 2010 a escola do Morro da Formiga troxe como enredo "Suprema Jinga - Senhora do trono Brazngola" o carnavalesco Jack Vasconcelos que estava na União da Ilha. Com um desfile sem muitas falhas rendeu um expressivo 5º lugar. Para 2011 mostrou um enredo sobre os carnavais em outras partes do mundo. do carnavalesco Severo Luzardo. fazendo um desfile surpreendente e terminando na 6º colocação . para 2012, a escola continua com o mesmo carnavalesco, tendo um enredo sobre utopias .
Em 2013, após Severo Luzardo, sair devido a outros compromissos. a escola da Formiga resolveu apostar no carnavalesco Juninho Pernambucano, homônio do jogador de futebol de mesmo nome. que é uma das grandes revelações do Carnaval de Três Rios onde foi campeão pela Bom das Bocas, com um desfile tecnicamente perfeito e arrebatador que encantou o público e, com um samba muito forte, conquistou Estandarte de Ouro. Com dois refrões de levantar a Sapucaí, a Império da Tijuca conquistou o público, os jurados, a crítica pelo bom enredo desenvolvido na Passarela do Samba e o título da Série A, ganhando o direito de desfilar entre as grandes, junto com suas co-irmãs Acadêmicos do Salgueiro e Unidos da Tijuca, fazendo com que o bairro da tijuca tenha o maior número de Agremiações na elite do Carnaval carioca . além de ter dois mestres de bateria, com mestre Capoeira se juntando a Claudinho Cardoso.
No seu retorno ao Especial, a escola optou pela manutenção da equipe vencedora do ano anterior, exceção feita as direções de carnaval e harmonia, o enredo escolhido para o ano de 2014 foi "Batuk". Apesar do samba forte e o belo desfile, a agremiação terminou em 12º lugar e voltará a desfilar na Série A em 2015. O resultado gerou muita revolta não somente na comunidade do Morro da Formiga como também no mundo do samba em geral, que pedia uma reciclagem dos julgadores e revisão nos seus métodos de julgamento.
Em 2015, a escola permaneceu com seu estilo afro e mantendo boa parte da equipe do ano anterior, sendo que a escola trouxe Quinho para se juntar com Pixulé, no comando do carro de som . No entanto, apesar de um bom desfile, terminou na 6° colocação. Para o carnaval de 2017 a escola dispensou o intérprete Pixule, que estava desde 2009 na escola, para seu lugar entrou Rogerinho, que passou por Portela e Renascer de Jacarepaguá.

Rio Carnival 2017
Samba Schools &
Samba Songs

Find here all Rio Samba School details with the latest samba songs and 2017 parading themes.

You will be able to listen to the 2017 samba songs on your own Rio Carnival Page as soon as they are released.

All samba school songs
info about the schools
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Rio Carnival Samba School Photos

Titles of the School

YAER PLACE
1954 16th place
1955 17th place
1956 7th place
1957 14th place
1958 11th place
1959 3rd place
1960 6th place
1961 10th place
1962 3rd place
1963 6th place
1964 Winner
1965 8th place
1966 ---------------
1967 8th place
1968 10th place
1969 It was not judged
1970 Winner
1971 8th place
1972 10th place
1973 4th place
1974 3rd place
1975 3rd place
1976 Winner
1977 11th place
1978 11th place
1979 Winner
1980 4th place
1981 2nd place
1982 11th place
1983 2nd place
1984 6th place
1985 11th place
1986 12th place
1987 12th place
1988 4th place
1989 7th place
1990 2nd place
1991 8th place
1992 10th place
1993 8th place
1994 4th place
1995 2nd place
1996 17th place
1997 4th place
1998 5th place
1999 9th place
2000 7th place
2001 9th place
2002 12th place
2003 9th place
2004 3rd place
2005 7th place
2006 Winner
2007 5th place
2008 7th place
2009 8th place
2010 5th place
2011 7th place
2012 3th place
2013 Winner
2014 12th place
2015 6th place
2017