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Acadêmicos do Viradouro

Bandeira - Viradouro Escola de Samba

 “NÃO HÁ TRISTEZA QUE POSSA SUPORTAR TANTA ALEGRIA”

Samba Enredo de 2021

Compositores: Dadinho, Fadico, Rildo Seixas, Manolo, Anderson Lemos, Carlinhos Fionda e Alves.
Intérprete: Zé Paulo Sierra                    

Letra do Samba

EM BREVE

Desfile 2021




Enredo 2021

  • Carnavalesco: Tarcísio Zanon e Marcus Ferreira
  • Diretor de Carnaval: Alex Fab e Dudu Falcão
  • Diretor de Harmonia: Mauro Amorim e Washington Jorge
  • Intérprete: Zé Paulo Sierra
  • Mestre de Bateria: Mestre Ciça
  • Rainha de Bateria: Raíssa Machado
  • Mestre-Sala: Julinho Nascimento
  • Porta-Bandeira:  Rute Alves
  • Comissão de Frente: Alex Neoral
  • Desfile de 2021
  • Posição de desfile: 2° escola a desfilar no Domingo
    (23/02/2021) entre 22h20 e 22h30

“NÃO HÁ TRISTEZA QUE POSSA SUPORTAR TANTA ALEGRIA”  

Sinopse - RESUMO


     UMA RELEITURA DO CARNAVAL CARIOCA DE 1919, CONHECIDO COMO O MAIOR DO SÉCULO PASSADO, SERÁ O TEMA DO PRÓXIMO DESFILE DA UNIDOS DO VIRADOURO. INTITULADO “NÃO HÁ TRISTEZA QUE POSSA SUPORTAR TANTA ALEGRIA”, O ENREDO DE MARCUS FERREIRA E TARCÍSIO ZANON VAI DESTACAR O SENTIMENTO DOS CARIOCAS QUE FORAM ÀS RUAS NAQUELE ANO PARA CELEBRAR O FIM DA PANDEMIA DA GRIPE ESPANHOLA. A INSPIRAÇÃO DOS CARNAVALESCOS SURGIU A PARTIR DA LEITURA DO LIVRO “O CARNAVAL DA GUERRA E DA GRIPE”, DO ESCRITOR E JORNALISTA RUY CASTRO O TÍTULO DO ENREDO É UM VERSO DE UMA MARCHINHA CANTADA EM 19 PELO DEMOCRÁTICOS, UMA DAS GRANDES INSTITUIÇÕES CARNAVALESCAS DA ÉPOCA.

– BUSCAMOS MAIS UMA VEZ UM TEMA INÉDITO E VAMOS ABORDAR COMO A SOCIEDADE CARIOCA SOUBE SE DESVENCILHAR DA TRISTEZA DO ANO DE 1918. A CIDADE VIVEU O CARNAVAL DE 19 COMO SE FOSSE O ÚLTIMO. FOI UMA GRANDE FESTA. HISTORICAMENTE, REVELAREMOS DADOS E CONTRIBUIÇÕES ESQUECIDAS DAS GRANDES INSTITUIÇÕES CARNAVALESCAS DA ÉPOCA – REVELA MARCUS TARCÍSIO ZANON DESTACA O SENTIMENTO DE ESPERANÇA COMO UM DOS PRINCIPAIS TRUNFOS DO ENREDO.

– EM TEMPOS ATUAIS, NOSSO OLHAR SE VOLTOU PARA UM MOMENTO HISTÓRICO QUE EVOCASSE A ESPERANÇA AOS BRASILEIROS. AQUELE CARNAVAL FOI UMA VIRADA DE PÁGINA PARA A SOCIEDADE CARIOCA. VAMOS REVIVER A EUFORIA NOSTÁLGICA DE UM POVO QUE SABE COMO NINGUÉM TRANSFORMAR A TRISTEZA EM ALEGRIA – REVELA TARCÍSIO. O PRESIDENTE MARCELINHO CALIL RESSALTA A IMPORTÂNCIA CULTURAL DO TEMA ESCOLHIDO.

– NORMALMENTE, A ESCOLA ANUNCIA O ENREDO NO DIA DE SÃO JORGE E RESOLVEMOS MANTER ISSO. A ESCOLHA DO TEMA SE DEU PRINCIPALMENTE PELO CONTEÚDO CULTURAL, QUE É MUITO FORTE, COM MUITO EMBASAMENTO. E É EXATAMENTE O QUE ESTÁVAMOS BUSCANDO: ALIAR HISTÓRIA À CULTURA. APOSTO QUE TEREMOS MAIS UM DESFILE MARCADO PELA EMOÇÃO COMO O DO ÚLTIMO CARNAVAL.

O DIRIGENTE ACRESCENTOU QUE O PRÓXIMO DESFILE NÃO É A ÚNICA PRIORIDADE DA ESCOLA NESTE MOMENTO.

– CONTINUAMOS FAZENDO O QUE ESTÁ DENTRO NO NOSSO ALCANCE PRA AJUDAR AS PESSOAS. VAMOS PENSAR NO PRÓXIMO DESFILE, MAS SEMPRE FOCADOS NO MOMENTO ATUAL. E DE FORMA ALGUMA, OS INTEGRANTES DA NOSSA EQUIPE DEIXARÃO O ISOLAMENTO E SERÃO EXPOSTOS POR CONTA DOS PREPARATIVOS PARA O DESFILE – ASSEGURA MARCELINHO CALIL.


  • 1997                                  Campeã

Ficha Técnica

  • Fundação: 24 de junho de 1946
  • Cores: Vermelho Branco
  • PresidenteMarcelo Calil Petrus Filho
  • Presidente de HonraJosé Carlos Monassa Bessil MarceloCalil
  • Quadra: Barreto, Niterói - RJ, 24110-216
  • Ensaios:-
  • Barracão: Barreto, Niterói - RJ, 24110-216
  • Web site: www.unidosdoviradouro.com.br
  • Imprensa:-

A História da Viradouro

A escola disputou os desfiles de Niterói por 39 anos (1947 a 1985), porém, nesse período, veio ao Rio de Janeiro algumas vezes (64 e 65), conseguindo não mais que um 26º lugar (último) na terceira divisão.[24]

Após ser campeã niteroiense por dezoito vezes, a Viradouro resolveu tentar a sorte novamente no Rio em 1986. Fez bons desfiles nos grupos inferiores, sendo campeã do Grupo 2 em 1989 com o enredo "Mercadores e Mascates" e campeã do Grupo 1 no ano seguinte com "Só Vale o escrito", chegando assim ao Grupo Especial em 1991.

Com uma homenagem à atriz Dercy Gonçalves, a escola surpreendeu e chegou em 7º lugar, à frente da Mangueira e da Vila Isabel, no ano em que o Império Serrano foi rebaixado. A escola teve a mesma quantidade de pontos da 4ª colocada, a Beija-Flor. Apenas pelos critérios de desempate, a escola acabou caindo para a 7ª posição. No desfile, considerado pela crítica como muito bonito, a homenageada desfilou no alto do primeiro carro alegórico, com os seios à mostra.

Em 1992, apresentou o enredo "E a magia da sorte chegou", enredo de autoria de Max Lopes, e que contava a história dos ciganos. A escola fez um dos melhores desfiles de sua história. Todavia, dois incidentes ocorreram. O primeiro foi quando descompasses em evolução, em um casal no carro do Egito, que fez a escola correr para que não estourasse o tempo. O segundo foi em um dos mais belos carros daquele ano, que homenageava a Sibéria e trazia vários huskies siberianos, que pegou fogo. No momento do incêndio, o desfile estava em seus minutos finais. A decisão dos bombeiros foi esperar o carro queimar por completo para iniciar o combate ao fogo. Enquanto isso, um imenso rastro de fumaça cobria a Sapucaí. Durante este tempo, a escola ficou parada, até o momento do combate ao fogo. Por fim, a escola estourou o tempo em 13 minutos, o que resultou na perda de 13 pontos. Foram esses pontos perdidos que levaram a escola para a 9ª posição. Diante do incêndio, a escola ainda perdeu pontos no quesito Evolução. Como o incêndio foi causado por curto-circuito e não por problemas técnicos, não houve punição para o caso específico.

Max Lopes ainda se manteve na escola em 1993 obtendo o 7° lugar com o enredo "Amor, Sublime Amor", mas em 1994 a Viradouro traria Joãosinho Trinta, que se afastara da Beija-Flor há dois anos. Logo em sua estreia, o carnavalesco obteve o 3º lugar, o melhor resultado da escola até então. Depois, obteve dois maus resultados, classificando-se na 8ª em 1995 com "O Rei e os três espantos de Debret" e na 13ª posição em 1996, com "Aquarela do Brasil ano 2000".

Após o péssimo resultado de 1996, quando quase foi rebaixada, a Viradouro tinha o projeto de conseguir chegar ao Desfile das Campeãs. Mas o resultado final foi mais generoso e deu o primeiro título à escola de Niterói. Com Dominguinhos do Estácio como intérprete oficial e "Trevas, luz, a explosão do Universo", levou para a avenida um bonito jogo de cores, contrastando o preto e o branco, o claro e o escuro. Um dos destaques deste desfile foi a bateria ter tocado, na "paradinha", alguns compassos em ritmo de funk, sob o comando de Mestre Jorjão. Na época houve críticas de alguns outros mestres de bateria, que não gostaram da novidade.

No ano seguinte, a escola apresentou o enredo "Orfeu, o Negro do Carnaval", baseado no filme de mesmo nome, que misturava mitologia grega à realidade social brasileira. Naquele ano a escola esperava repetir o sucesso do ano anterior, mas somente conseguiu um quinto lugar, o que a levou a protestar no desfile das campeãs, com alguns de seus integrantes inclusive usando narizes de palhaço. A partir daí, a escola conseguiu sempre chegar ao Desfile das Campeãs, exceto em 2005, quando ficou na 8º posição.

Em 2004 a escola do bairro do Barreto reeditou "A festa do Círio de Nazaré", enredo da Unidos de São Carlos apresentado em 1975, inicialmente a proposta da escola era um enredo inédito sobre a romaria Paraense, porém o então presidente José Carlos Monassa à época interrompeu a disputa de samba-enredo da escola e anunciou a reedição do samba estaciano. Se o critério de descarte da nota mais baixa fosse aplicado nessa época, a escola teria sido campeã do carnaval daquele ano, com 299,8 pontos se descontadas todas as notas minimas de cada quesito, exceto bateria que teve as notas de um julgador anuladas por quebra de sigilo.

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