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Vila Isabel

Vila Isabel Escola de Samba- Bandeira

''Gigante Pela Própria Natureza: Jaçanã e um Índio Chamado Brasil''

Samba Enredo 2021

Compositores: ( EM BREVE )
Intérprete: WANDER PIRES

Letra do Samba

( EM BREVE )

Desfile 2021




 Enredo 2021

  • Carnavalesco: Edson Pereira
  • Diretor de Carnaval: Moisés Carvalho e Wilson da Silva Alves (Wilsinho)
  • Diretor de Harmonia: Marcelinho Emoção
  • Intérprete: Tinga
  • Mestre de Bateria: Macaco Branco
  • Rainha de Bateria: Aline Riscado
  • Mestre-Sala: Raphael Rodrigues
  • Porta-Bandeira: Denadir Garcia
  • Comissão de Frente: Patrick Carvalho
  • Desfile de 2021
  • Posição de desfile: 2.º de segunda 24/02/2021
  • 22:20 - 23:22

"''Gigante Pela Própria Natureza: Jaçanã e um Índio Chamado Brasil!"

Sinopse - RESUMO

Abriram-se as margens do rio ao sol nascente,
que esverdeava ainda mais a mata e azulava o céu incandescente,
para desvendar uma lenda indígena
que falaria a um pequeno índio-menino sobre uma relíquia.
E com o menino começamos a caminhada…
Perto do rio, o curumim levantou-se cedo – a pesca o esperava!
Animado na alma com a vida na mata,
bebeu escondido aluá e fartou-se com a pupunha da sua mãe que sempre o alimentava.
Beijou-a e sozinho, fingindo ser o homem que ainda não era,
pulou em sua canoa sem destino
rumo à peripécia que, os grandes, espera.
Pelo rio, com riso nos lábios e vontade de alegria na pescaria e na jornada,
o curumim gritava alto às águas para espantar Boiúna, ou tudo, ou nada:

“Eu sou Brasil! Tenha medo de mim!
Aqui quem fala é um pequeno gigante
que já pesca com vontade danada de gente grande!”

A canoa em frente, a flecha armada,
curumim pescava e brincava baixinho para conseguir pegar a jatuarana sem espantá-la.
Com o sol forte da manhã, entretanto,
Brasil resolveu descansar do seu gracejo.
O pequeno deitou-se na canoa embalada pelo banzeiro
e adormeceu para sonhar o sonho dado ao miúdo bravo guerreiro…
A canoa, no mundo da fantasia, transformou-se em Jaçanã e partiu…
Levantou voo do rio e Brasil a tudo assistiu:

“Pequeno menino, quero lhe contar sobre a sua irmã tão mais nova que é quase filha!
Será forte e esperançosa, um ponto de luz no universo que nascerá em abril.
Sabe-se que ela terá muito a dar aos homens e mulheres de boa vontade na terra,
e que será grande, gigante, reta, moderna,
só podendo ser entendida se soubermos sobre sua pátria-família,
a verdadeira mãe e geradora da sua irmã nessa cantiga”.

A Jaçanã, montada pelo menino e com asas batendo forte,
foi primeiro para baixo cruzando serras no céu anil.
Mostrou ao pequeno Brasil um pampa aberto sob as estrelas, enorme!
Lá, irmãos brancos de cabeças amarelas montavam seres mágicos
e galopavam amarrando com laços outros bichos encantados.
Tomavam bebida quente em cuias e, Brasil, espantado, ouviu deles o recado:

“Mas o pranto, afinal, que essa cólera encerra
tomba: é a chuva que cai e que, o Paranoá, rega;
e a cada gota, ali, cada gérmen se apega
fecundando, a minar modernamente, toda a terra”.

Jaçanã levantou-se de novo voando para longe
dando adeus aos cabeças-amarelas que apontavam para outro fronte.
Brasil desconfiado não entendia o sonho: seria um delírio?
“Não, pequeno menino meu…” – disse Jaçanã. “É uma profecia!”.
Chegando em outro pedaço daquele mundão, Brasil viu irmãos orando e rodando
pedindo clemência pela dança a Deuses que o índio desconhecia.
O povo preto clamava igualdade e liberdade,
e na dor sofria
sem esquecer nunca a força ancestral que para sempre na resistência lhe caberia.
O povo preto um beijo deu na Jaçanã e ao Brasil declamou um pouco de crença
afinando a profecia:

“são duas asas unidas
de dois pajés construtores nascidas.
Talvez do mesmo arrebol,
vivendo toda a gente no mesmo chão arado e concretado,
da mesma gota de orvalho,
do mesmo raio de sol”.

O menino ainda não entendia… O que era essa tal profecia?
Jaçanã com pressa, pois sonhos têm prazo certo,
decolou e ali perto encontraram outro pedaço de terra
que misturava areia, água salgada e pedra.
A gente irmã suada do litoral também apontava para outro local
e embebida nas cantorias e Novas Bossas suas sinas,
misturando-as com palavras das Minas,
profetizou o futuro do seu passado para o menino:

“‘No princípio era o ermo
eram antigas solidões sem mágoa.
O altiplano, o infinito descampado
no princípio era o agreste:
o céu azul, a terra vermelho-pungente
e o verde triste do cerrado.
Eram antigas solidões banhadas
de mansos rios inocentes
por entre as matas recortadas.
Não havia ninguém. A solidão
mais parecia um povo inexistente
dizendo coisas sobre nada’.
Mas…
‘Para cantar, pelas Duas Asas, de amor tenros cuidados,
Tomem entre vós, do mineiro cacique, a vontade e o instrumento;
Ouvi pois, dos Candangos, o fúnebre lamento;
Se é que de compaixão sois animados’”…

Jaçanã enfim pronunciou:

“Está vendo, menino Brasil, o que essa gente toda conta?
Querem amor e união em uma nova casa pronta!
Modelada por dois pajés, realizada pelo cacique e feita por nobres sofredores Candangos,
com a ajuda e a idealização de tantos outros de agora e de outrora,
será o projeto moderno centro desse chão!
Nova pindorama de árvores retorcidas nascida porque filha dos filhos dessa terra em confraternização!”.

Voou então a ave para outro rincão
para mostrar uma família que tanto padecia
no sol lascado braseiro de testas, Vidas Secas e Severina!
Pés marcados no chão rachado e as mãos apertadas sem brecha,
todos da família oravam de joelhos pedindo esperança e bom agouro,
alguns dos futuros Candangos esses cabras-da-peste.
Quando viram Jaçanã e o menino Brasil, logo correram e apontaram para o Oeste:

“Ave Musa incandescente
do deserto do Sertão!
Forje, no Sol do meu Sangue,
o Trono do meu clarão:
cante as Pedras encantadas
e a Catedral Soterrada,
Castelo deste meu Chão!”.

E, rápida, para o longínquo Centro-Oeste,
onde outros Candangos de lá já aguardavam,
Jaçanã levou o pequeno Brasil.
Pousou no meio daquele cerrado e ela mesma, antes de sumir, sorriu:

“Brasil, no futuro essa profecia se revelará a um Padre-Santo
em outro sonho para se realizar em moderno Piloto Plano!
O que os cabeças-amarelas, os pretos,
os filhos do mar, das Minas e os futuros Candangos recitavam e apontavam
será aqui: sua irmã, o lugar de fé que unirá aquela gente, aquele povo todo,
para o mundo jorrando leite e mel com gosto…
A terra mística no alto desse Planalto
que se levantará tentando nos dar ‘sessenta’ anos em cinco de avanço sem percalço
com tanta gente junta que se esparramarão para além das Asas da casa,
deitando-se até em seu entorno
com as cores das suas culturas servindo de reboco!
Vem, menino Brasil, anime-se! Sua irmã Brasília será ave que voa e rodopia!”.

Deitou-se então no seu jazigo e, abrindo as duas asas,
Jaçanã ao chão se fundiu, o corpo inteiro tornando-se asfalto e magia.
Um pássaro que viraria casa para o Brasil, quem diria?!…
Daí a queda! A volta! Um clarão!
Uma marola sacudiu a canoa e acordou o bravo menino de supetão!
Brasil navegou ligeiro de volta não mais à toa
deixando as jatuaranas animadas na água boa.
Pé na margem, foi correndo contar para sua mãe o sonho da canoa!
“Mamãe, Mamãe! Sonhei com uma profecia!”.
A mãe no chão, sisuda de terra, ouvia…
Pediu calma ao menino, pois também tinha uma linda notícia,
e sorria:

“Filho meu, Brasil pequenino…
Descobri hoje com o xamã que você terá uma irmã!
Em sua homenagem se chamará Brasília!
Uma menina-Brasília que será gigante pela própria natureza!”.

Alma cheia d´água, o menino pressentiu:
sabia que cedo ou tarde sua irmã seria grande como aquele rio
e no futuro a filha da profecia!
Pensou na Jaçanã e feliz decidiu ir brincar:
quem sabe se o destino de todo mundo não é sempre para uma casa voltar?
Mas, se tudo isso é estória,
fato mais bonito (re)inventado do sonho de um curumim lendário talhado na memória,
a realidade é outra coisa…
Contudo, pede-se licença para imaginar contos de límpida felicidade no Carnaval
para nesses dias acalmar o sofrimento incessante do doloroso real.
Assim, Vila Isabel, canta essa Brasília irmã com o pequeno Brasil e sua Jaçanã,
a doce morada nos dada de encomenda
pelas bênçãos do céu azulado orvalhando o cerrado!
Bênçãos da Aparecida Nossa Senhora,
Padroeira dos filhos do Brasil e da nossa Brasília, desejosas de igualdade generosa!
Livrai-nos, Santa, da dor e do mal,
cravando nas retas da cidade as curvas do coração
desse povo bravo, heroico, sofrido,
estopim da chama da cidade candente de migração…
Ah, Brasília! Pois honrando tua inspiração
que caibam no teu seio muitos Brasis forjados pela oração!
Recebe-nos, Irmã, com lágrimas de misericórdia então
e cuida, enfim, dos gemidos da nação em oferenda,
pois na Sapucaí, só por hoje, saibam todos,
o resto tudo é tudo lenda…


  • 2013Campeã
  • 1988Campeã
  • 2006Campeã


Ficha Técnica

  • Fundação: 04/04/1946
  • Cores: Azul e Branco
  • Presidente: Fernando Fernandes
  • Presidente de Honra: Martinho da Vila
  • Quadra: Av. 28 de Setembro, nº 382 - Vila Isabel - Rio de Janeiro - RJ - CEP 20551-031
  • Ensaios:-
  • Barracão: Cidade do Samba (Barracão nº 05) - Rua Rivadávia Correa, nº 60 - Gamboa - CEP: 20.220-290
  • Web site: http://www.unidosdevilaisabel.com.br/
  • Imprensa: Natália Louise

A História da Vila Isabel

A casa de "China", primeiro presidente da escola, serviu até 1958 como sede administrativa da agremiação. Os ensaios eram realizados no Campo do Andaraí. O primeiro enredo da Vila, De Escrava a Rainha, contou com apenas 100 componentes desfilando na Praça Onze: 27 ritmistas, 13 baianas e mais 50 pessoas. Paulo Brazão, um dos fundadores da escola, foi um dos maiores ganhadores de samba-enredo da Vila Isabel, em 1960, a escola ficou em primeiro lugar no Grupo 3, com o enredo Poeta dos Escravos.

Uma das figuras mais conhecidas da escola é, sem dúvida, Martinho da Vila. Sua entrada na agremiação aconteceu em 1965: ele fazia parte da Escola de Samba Aprendizes da Boca do Mato e já estava partindo para o Império Serrano, quando surgiu o convite para integrar a ala de compositores da Vila Isabel. Na nova escola, Martinho reestruturou a forma de compor sambas de enredo, com a introdução de letras e melodias mais suaves, emplacando 4 sambas consecutivamente. No carnaval de 1967, Martinho da Vila compôs Carnaval de Ilusões, em 1968 Quatro Séculos de Modas e Costumes, em 1969, Iaiá do Cais Dourado e em 1970, Glórias Gaúchas.

Em 1979, a Vila saiu vitoriosa do Grupo 1B, com um enredo feito por Yêdda Pinheiro, falando sobre Os dourados anos de Carlos Machado. Foi a primeira vez que uma escola homenageou um vulto da cultura ainda vivo. Hoje é lugar comum, mas esta foi a primeira vez em que isto foi feito.

No grupo especial, a Vila Isabel conquistou seu primeiro campeonato apenas em 1988, desfile do samba-enredo Kizomba, a festa da raça. O desfile marcou a passarela do samba, por abusar de materiais alternativos, como a palha e sisal, e pela garra dos componentes da escola. Para muitos que seguem os desfiles este é considerado um dos maiores desfiles de todos os tempos.Infelizmente, devido a um grave temporal, que deixou a cidade do Rio de Janeiro em estado de calamidade pública, o Desfile das Campeãs não foi realizado.

Após a vitória de 1988, a escola ainda conseguiu uma boa colocação com Direito é Direito, em 1989 (4º lugar), nesse ano, foi marcante a comissão de frente formada por mulheres grávidas. Mas na década de 1990, a escola alternou entre a 7ª e a 12ª colocação. Em 2000, no entanto, a Vila Isabel ficou na 13ª colocação, sendo rebaixada para o Grupo de Acesso. Em 2002, com um enredo sobre Nilton Santos a Vila deixou de subir ao Grupo Especial por engano de um julgador, que trocou a nota 10 que seria dada à Vila por uma nota menor, que seria dada à União da Ilha. Com isso, a Acadêmicos de Santa Cruz, sagrou-se campeã.

Em 2004, com um enredo sobre a cidade de Paraty, a Vila retorna ao especial, sagrando-se campeã do Grupo de Acesso. Em 2005 tendo Joãosinho Trinta à frente, que vítima de um derrame cerebral não pode continuar os trabalhos a Vila trouxe um enredo sobre navios que lhe deu a 10ª colocação.

Em 2006, a Vila Isabel levou para a avenida o enredo "Soy loco por ti América - A vila canta a latinidade", do carnavalesco Alexandre Louzada e conseguiu seu segundo título, depois de muito sofrimento na apuração. Com um contagiante refrão, o samba-enredo da Vila Isabel foi um dos que mais fizeram as arquibancadas cantarem e, curiosamente, foi o que determinou o título.[31] A empresa PDVSA, estatal petrolífera da Venezuela, financiou o carnaval da Vila Isabel com uma doação de R$ 900 mil. Entretanto, segundo reportagem do "Jornal do Brasil" de 3 de março de 2006, autoridades venezuelanas estavam investigando o patrocínio e seu verdadeiro valor, pois há versões de que o montante ficou entre US$ 450 mil e US$ 2 milhões. O matutino venezuelano Reporte noticiou em sua capa que mais de 500 pessoas viajaram ao Rio de Janeiro com todas as despesas pagas pela PDVSA para participar do desfile da Vila Isabel. Em 2007, com enredo falando sobre as Metamorfoses, de Cid Carvalho, que estreava carreira-solo, terminando na 6ª posição.

No carnaval de 2008, falando sobre os Trabalhadores do Brasil, a Vila vem com um desfile rico e visualmente perfeito. No entanto, um erro de manobra do último carro prejudicou a escola de Noel, mas não tiraram o brilho da Miss Brasil 2007 Natália Guimarães que assumiu o posto de madrinha de bateria

No carnaval de 2009, a Vila falou sobre o centenário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com o enredo "Neste Palco da Folia, Minha Vila Anuncia: Theatro Municipal, a Centenária Maravilha", de autoria do carnavalesco Alex de Souza, que em parceria com o polêmico Paulo Barros, terminou na 4º colocação.

No carnaval de 2010, a Vila falou sobre o centenário de Noel Rosa, com o enredo "Noel: a presença do poeta da Vila",do carnavalesco Alex de Souza. Para este carnaval, contou com um samba composto por Martinho da Vila, o que não acontecia desde 1993, além das estreias de Mestre Átila, como diretor de bateria e a presença de Gracyanne Barbosa como rainha de bateria. No entanto, a escola que lutava por mais um título, terminou na mesma colocação do ano anterior.

Meses após o carnaval, seu presidente na época, Wilson Vieira Alves (mais conhecido como "Moisés"), foi preso durante a Operação Alvará, após ser acusado de liderar a máfia ligada a exploração de caça-níqueis em Niterói e São Gonçalo. Com sua prisão, assumiu interinamente a direção da escola seu filho Wilsinho, que acumulava também o cargo de superintendente.

No Carnaval de 2011, a escola apresenta um enredo sobre o cabelo, enredo desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães, alcançando apenas o quarto lugar. Nesse mesmo ano o presidente Wilsinho é eleito para comandar a agremiação.

No Carnaval de 2012, a Vila Isabel foi a última escola a desfilar no primeiro dia, com o sol bastante claro na Sapucaí levou o enredo "Você Semba Lá... Que Eu Sambo Cá - O Canto Livre de Angola", sobre Angola num desfile que marcou a escola e fazendo ela ficar em terceiro lugar.

No Carnaval de 2013, a escola homenageou o agricultor com o enredo "A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo - Água no feijão que chegou mais um". A Escola recebeu patrocínio de aproximadamente 10 milhões de reais da empresa alemã BASF, uma das maiores fabricantes de fertilizantes do mundo.. O desfile da Vila Isabel foi o último do segundo dia de desfiles. A Vila Isabel era considerada por muitos, tanto público quanto especialistas, uma das favoritas, juntamente com a Beija-Flor, Unidos da Tijuca de Paulo Barros e Salgueiro. No dia da apuração, porém, a Vila se sobressaiu sobre as demais escolas e conseguiu seu terceiro título no Grupo Especial, consagrando assim o melhor samba de 2013 composto por André Diniz, Arlindo Cruz, Martinho da Vila, Tunico e Leonel

A parceria de sucesso com a empresa BASF foi mantida para o carnaval de 2014, quando a agremiação falou novamente sobre o campo.[46] Depois do título, a escola não conseguiu renovar os contratos do interpréte Tinga ,do casal de mestre-sala e porta bandeira Julinho e Ruth. além da carnavalesca Rosa Magalhães. trazendo Gilsinho, como novo cantor. o casal Marquinhos e Giovanna além do retorno do carnavalesco Cid Carvalho falando sobre os Biomas e Foclore brasileiro.[52]

Meses depois, mais um contrato não foi renovado Paulinho Botelho que após dois anos, deixou o comando de bateria, que passa a ser comandada por Wallan. E na madrugada do dia 9 de dezembro, a escola escolheu seu samba para o carnaval de 2014, que mais uma vez foi da parceria de André Diniz, Evandro Bocão, Professor Wladimir, Arlindo Cruz e Artur das Ferragens. que derrotou outro samba, visto como favorito na escola, de: Tunico da Vila, Pedro Luís, Suzana Pires e Thales Nunes. Em novembro, o carnavalesco responsável por assinar o desfile de 2014 deixa a escola. A agremiação anunciou que uma comissão de carnaval com profissionais da casa iria elaborar o carnaval de 2014. Meses depois, Cid foi reintegrado novamente como carnavalesco da escola, após se desculpar e pedir uma segunda chance Ainda em 2014, o então presidente Wilsinho Alves, desistiu de tentar uma reeleição, antes disso, quitou todas as dívidas da escola, algo que estava estimado em mais de 800 mil Reais.[60] Elizabeth Aquino, foi eleita Presidente da Vila Isabel para o triênio 2015/2016/2017.

Em 2015, a Vila Isabel ficou na penúltima posição na classificação dos desfiles com enredo sobre o maestro Isaac Karabtchevsky.Três meses depois do carnaval,a então presidente Elisabeth Aquino,renunciou ao cargo argumentando que havia entre ela e alguns membros da sua própria gestão uma incompatibilidade de pensamentos. Em seu lugar entrou Luciano Ferreira, que além de reforçar o carro de som com a chegada de Igor Sorriso - vindo da São Clemente, contratou o carnavalesco Alex de Souza que em 2016 desenvolveu o enredo "Memórias do 'pai Arraia' - Um sonho pernambucano, um legado brasileiro" que homenageia a cultura de Pernambuco e o político Miguel Arraes. Em 24 de dezembro de 2015 a escola perde o compositor Leonel, morto na porta de sua residência..No ano seguinte, num desfile visualmente melhor, a Vila Isabel foi a primeira escola a desfilar na segunda noite. Com um sambódromo ainda frio, a escola fez um desfile mediano e, homenageando Miguel Arraes, conseguiu um oitavo lugar, um desempenho melhor que em 2015, quando a escola ficou em 11º.

Em 2017, a escola renovou com Alex de Souza, e o enredo para a disputa do carnaval foi "O Som da Cor". O samba-enredo foi tido por muitos no período pré-carnaval como um dos melhores do ano, e prometia no dia do desfile, No entanto, o que se viu na avenida foi um desfile muito abaixo do que se esperava, com alegorias e fantasias mal-acabadas. Mesmo com o excelente samba, a harmonia da escola não foi das melhores, e a Vila Isabel conseguiu apenas um décimo lugar.

Após uma sequência de péssimos resultados,a direção da escola resolveu arriscar e rescindiu o contrato de cinco anos com Alex de Souza.A escola contratou Paulo Barros, que deixou a Portela após o fim de seu contrato na outra escola. Os dois trabalharam juntos na mesma Vila Isabel em 2009, num enredo sobre o Theatro Municipal, mas dessa vez o carnavalesco recém-campeão pela escola de Madureira assinará o enredo de 2018 sozinho,mas terá o auxílio de Paulo Menezes.

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