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Paraíso do Tuiuti

Paraíso do Tuiuti Samba School flag

"O Santo e o Rei: Encantarias de Sebastião"

Samba Enredo 2021

Compositores: Moacyr Luz, Claudio Russo, Anibal, Julio Alves, Pier e Tricolor   
Intérpretes: Celsinho Mody e Nino do Milênio 

Letra do Samba

Todo 20 de janeiro Nos altares e terreiros
Pelos campos de batalha
Uma vela pro divino
O imperador menino
Um sebastião não falha
Nas marés, o Desejado
Infiéis pra todo lado
Enfrentou a lua cheia

No deserto, um grão de areia
Dom Sebastião vagueia                   (bis)
Sem futuro, nem passado

Renasce sob nós, um caboclo encantado
Na praia dos lençois, é o touro coroado
Vestiu bumba-meu-boi
Até mudou o fado
No couro do tambor foi batizado

Poeira, ê! Poeira!
Pedra Bonita pôs o santo no altar                              (bis)
Sangrou a terra, onde a paz chorou a guerra
Mas ele vai voltar!

Rio, do peito flechado Dos apaixonados
Rio-Batuqueiro
Oxóssi, orixá das coisas belas
Guardião dessa aquarela
Salve o Rio de Janeiro
Orfeus tocam liras na favela
A cidade das mazelas
Pede ao santo proteção
Grito o teu nome no cruzeiro
Oh, padroeiro! Toda a minha devoção!

No morro do Tuiuti, no alto do terreirão
No morro do Tuiuti, no alto do terreirão               (bis)
O cortejo vai subir, pra saudar Sebastião!
O cortejo vai subir, pra saudar Sebastião!

Desfile 2021




Samba Enredo 2021

  • Carnavalesco: João Vitor Araújo
  • Diretor de Carnaval: Junior Schall
  • Diretor de Harmonia: -
  • Intérpretes: Celsinho Mody
  • Mestre de Bateria: Ricardinho
  • Rainha de Bateria: Carol Marins
  • Mestre-Sala: Marlon Flores
  • Porta-Bandeira: Danielle Nascimento
  • Comissão de Frente: Patrick Carvalho
  • Desfile de 2021
  • Posição de desfile:
     4º a desfilar na segunda (23/02/2021) / 00:30- 01:00

"O Santo e o Rei: Encantarias de Sebastião"

Sinopse - RESUMO
O SALVADOR DA PÁTRIA

“Oh, meu rei de fantástica memória
Passo a vida a rezar tua história.
Tão verdadeira e sobrenatural…
Eu rezo a tua infância aventureira
Tua morte num trágico areal.
Rezo a tua existência transcendente
Numa ilha de névoa, ao Sol nascente,
Encantada nos longes da Natura…
E rezo tua vinda anunciada,
Dentre as brumas daquela madrugada
Que virá dissipar a noite escura”

Oração Sebastianista (Teixeira de Pascoaes)

 

I – O SANTO VENERÁVEL E O REI DESEJADO

Que venha Sebastião, O DESEJADO, assim nomeado por ser a esperança de sucessão da dinastia que guiou o reino lusitano ao apogeu.
Que venha o divino rei-menino de Portugal, futuro regente do Império Mundial Cristão!
MAJESTOSO, GUERREIRO, PUJANTE!
Que venha Sebastião, ornado de FESTAS DO POVO e de JÚBILO DOS DEUSES. Cumpram-se todas as profecias, abram-se os livros da boa aventurança.
O REI NASCEU! O REI NASCEU!
Na data mística de 20 de janeiro, Sebastião foi ENCANTADO pelo espírito de coragem e fé do venerável Santo que lhe deu o nome.
Assim traçaram-se as flechas de bom e mau auguro sobre DOM SEBASTIÃO.
O jovem Rei cresceu ouvindo as histórias de bravura e martírio em nome da reconquista da Península Ibérica.
Um dia, conduziu seu exército rumo à última cruzada.
Marrocos era o destino. Vencer os mouros, uma obsessão.

 

II – O REI ENCOBERTO

Em súplicas, Sebastião, o Rei, rogou proteção ao padroeiro.
Sebastião, o Santo, concedeu-lhe coragem para prosseguir: “Tua glória correrá muito além da própria vida. Irá se espalhar por mundos e eras que nunca sonhaste”.
Fez-se então ungido com os paramentos banhados pelas glórias dos antepassados.
E assim foi mapeada a incerta campanha. Era hora de partir com a sua esquadra rumo a ALCÁCER QUIBIR.
Deu-se a sangrenta batalha no deserto do Norte africano contra o exército do Sultão.
Destemidos, Santo e Rei empunharam a cruz contra a cimitarra.
Postas frente a frente, tropas ergueram o pavilhão da ordem de Cristo contra a bandeira da crescente lua e brilhante estrela.
Cavalarias avançaram-se em mortal conflito. Armas ao céu, o rei se lançou à glória derradeira.
Nas areias do Marrocos, Dom Sebastião desapareceu…
E veio o nevoeiro. Com ele, a esperança de que um dia o Rei iria regressar para reviver o apogeu do seu povo.
“Ele há de voltar! Ele há de voltar…”

 

III – O REI SUBMERSO

E o Rei fez morada no mar…
Navegou em triunfo a bordo da nau mística com a tropa que, com seu líder, sumiu no areal marroquino.
Aportou nas águas do Maranhão, em imponente cortejo arrebatado.
Ergueu seus domínios na costa do Atlântico, indo tomar lugar na corte dos encantados.
Com barbatanas bordadas de escamas cintilantes, ascendeu ao régio trono marinho.
No suntuoso PALÁCIO DE CRISTAL, suas joias reais eram cravejadas de pérolas, conchas e búzios.
Seu paraíso marinho era cercado de majestosos seres encantados que habitavam o fundo do oceano.
A lenda do Rei submerso inundou o imaginário do povo que vivia na beira do mar.
Na busca pelo Encoberto, foi o povo que se encantou em névoa de maré…

 

IV – O REI ENCANTADO

Nas torrentes das águas sagradas, a lenda sobre o Rei se espalhou.
Entre batuques vindos dos terreiros de mina se dizia que, em noite de lua cheia, andava pela praia um TOURO NEGRO. E esse touro era Dom Sebastião.
O bravo que se atrevesse a fincar uma espada reluzente na testa do animal desfaria o encanto, cumprindo a profecia:
“REI / É REI DOM SEBASTIÃO / QUEM DESENCANTAR LENÇÓIS / BOTA ABAIXO O MARANHÃO”
Mas o desfazimento do encanto era em si outro encanto.
Assim, na crença, na magia e nos cânticos, o Rei foi coroado no couro do tambor.
Dançou com os deuses, macerou as ervas e bebeu dos segredos das matas. Incorporou-se aos cultos afro-ameríndios.
Entranhou-se, em alumbramento, na alma dos cantadores e poetas populares.
Da sua capa real, ornada de brilho e sonho, veio a inspiração para tecerem as vestes do bumba-meu-boi.
Encantado, Dom Sebastião se fez o espírito que o povo desejava para conduzi-lo por novas cruzadas…

 

V – O REI DOS FLAGELADOS

Nos areais do sertão nordestino, o Rei Encoberto regressou com o encanto de um monarca restaurador.
O povo, roto nas batalhas de existir, nada esperava dos homens. Confiava tudo a um milagre de Deus.
Na busca pelo paraíso terreal, a crença dos sertanejos esculpiu o espírito do Rei em alma de santo.
Na Serra do Rodeador, em Pernambuco, a insurreição se deu. Mas foi esmagada pelo poder implacável da Coroa.
Anos mais tarde, na localidade da Pedra Bonita, em São José do Belmonte, o beato João Antônio ocultou-se no alto da montanha com seu séquito de flagelados.
Acreditavam que Dom Sebastião iria ressurgir das fendas das pedras para restaurar a justiça social sempre prometida e nunca alcançada.
Mas para isso era preciso lavar as rochas com sangue para desencantar o Rei.
Houve nova batalha. O terror se espalhou no lajedo. Morreu-se para não matar.
O Rei não veio. Ressurgiu n’outro arraial.
Em Canudos, Antônio Conselheiro liderou seu povo que o seguia no limite entre a fé e o delírio messiânico, evocando a volta do monarca.
“O SERTÃO VAI VIRAR MAR E HAVERÁ UMA GRANDE CHUVA DE ESTRELAS”
Canudos, Pedra Bonita, Rodeador… tudo sucumbiu. Mas não a glória do Santo-Rei Sebastião, que renasce ao poder do encanto de quem nele acreditar.

 

VI – O SANTO PADROEIRO E O POVO-REI LIBERTADOR

A cada episódio de luta e dor, eis a certeza de que o espírito sebastianista continua a guiar o povo na eterna busca pelo seu próprio rumo.
Dizem que o Rei vive adormecido nos domínios encantados de São Sebastião, terra emergida a flecha e fogo.
A muy-heroica cidade fundada durante o reinado de Sebastião, o Desejado.
Na data mística de 20 de janeiro, o nobre Estácio de Sá foi flechado em batalha com os índios.
Conta a lenda que São Sebastião lutava ao seu lado.
O bravo guerreiro lusitano se encantou junto com sua cidade, que um dia se partiu. E hoje se retalhou…
Recanto ferido, que precisa se regenerar.
Mas um dia há de vir o verdadeiro Rei.
Que das brumas da memória se levanta e se ergue
MAJESTOSO, GUERREIRO, PUJANTE!
É o POVO, senhor de si, enfim desencantado
Que na bravura do Rei por ele mesmo despertado,
Arrancará as flechas do peito do padroeiro
E Sebastião, enfim, há de restaurar o que lhe é devido:
O trono do Rei e o altar do Santo.
E a paz enfim triunfará
Na cidade cansada de tantas batalhas…
Mas nunca da luta!
(Ele há de vir. Ele há de vir…)

Carnavalesco: João Vitor Araújo
Texto: João Gustavo Melo

Inspirado no poema “O Rei que Mora no Mar”, de Ferreira Gullar e nas encantarias e brasilidades de Luiz Antônio Simas.


  • 2016Campeã
  • 2011Campeã
  • 1997Campeã
  • 1987Campeã

Ficha Técnica

  • Fundação: 05/04/1952
  • Cores: Amarelo ouro e azul pavão
  • Presidente: Renato Thor
  • Presidente de Honra: Renato Thor
  • Quadra: Campo de São Cristóvão, 33 - São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ CEP 20921-440
  • Ensaios:-
  • Barracão: Cidade do Samba (Barracão nº 03) - Rua Rivadávia Correa, nº 60 - Gamboa - CEP: 20.220-290
  • Web site: http://gresparaisodotuiuti.com.br/
  • Imprensa:-

A História da Paraíso do Tuiuti

A atuação da Paraíso, de início, foi discreta, mas em 1968, com o enredo de Júlio Matos homenageando o bairro de São Cristóvão, tira o primeiro lugar no Grupo 3 e vai para o Grupo 2. No ano seguinte consegue o terceiro lugar no Grupo 2, com um ponto atrás da Unidos do Jacarezinho, vice-campeã.

De fato, até o início da década de 1980 quase ninguém ouviu falar da escola, mas a partir de então, a escola viveu um momento de grande euforia, graças ao empenho da carnavalesca Maria Augusta Rodrigues, que deu o título do Grupo A para a escola que não tinha patrono, fenômeno típico das grandes escolas, que conferem fama e prestígio a quem delas se aproxima. A Paraíso do Tuiuti não pôde contar senão com a pequena subvenção oficial para fazer frente aos altos gastos que o Carnaval, com as características que tomou nos nossos dias, exige. No final da década dos anos 1990, a escola não cessou de crescer e fortalecer-se, até que, convidada a participar do Grupo A em 2000, apresentou o enredo sobre Dom Pedro II e se sagrou vice-campeã, no desempate com a escola Em Cima da Hora, adquirindo o direito de desfilar em 2001 no Grupo Especial.

No Grupo Especial, a escola contou a história de um mouro que saiu da Espanha, em direção à Meca e acabou no Brasil, guerreando no Quilombo dos Palmares. Considerada como zebra do grupo de acesso A em 2000, a escola a adotou como mascote, e as trouxe no África Livre. A escola teve muitos problemas com seus carros alegóricos. Em 2002, de volta ao Grupo de Acesso, a Tuiuti encerrou o desfile com o dia amanhecendo, numa trégua da chuva e poucas pessoas nas arquibancadas. O enredo era uma homenagem ao carnavalesco Arlindo Rodrigues, célebre por antigos carnavais no Salgueiro e Imperatriz.

Em 2003, a Tuiuti se destacou no grupo de acesso. Com o enredo em homenagem ao centenário do pintor Cândido Portinari, apresentou um criativo desfile desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros. A comissão de frente entrou com saias de pincéis giratórios, vestida de paleta de tinta em uma aquarela. No abre-alas,a grande coroa, símbolo da escola, feita com 7 500 latas de tinta, inclusive com tampas revestindo o piso, gerando um belo efeito visual. O carro com esculturas de negros carregando sacos de café, sem figuras vivas e com canhões de luz de baixo para cima, também causava impacto, assim como a alegoria que trazia espantalhos de campos de milho que coreografavam para assustar os corvos. Apesar do terceiro lugar, o desfile foi tão surpreendente que a Unidos da Tijuca convidou Paulo Barros para desenvolver o enredo da escola do Borel em 2004 no Grupo Especial, escrevendo nova história do carnaval carioca.

Em 2004, mais uma vez fechando os desfiles do grupo de acesso, a Tuiuti reverenciou poeta Vinícius de Moraes, desenvolvido pelo carnavalesco Jaime Cezário, mas não se destacou. No ano seguinte fez mais uma homenagem, desta vez ao jornalista Ricardo Cravo Albim, mas acabou rebaixada pro Grupo de Acesso B.

Nos anos seguintes, tentou subir de grupo, mas somente em 2008, com um enredo falando sobre o sambista Cartola, conseguiu o vice-campeonato e novamente retornou para o Grupo de acesso A em 2009.

Em 2009, o Tuiuti trouxe roletas, dados e cartas cheios de cores e brilhos para reviver a época de luxo e riqueza que marcou o imponente Cassino da Urca.

Para o carnaval 2010, a escola trouxe como enredo o mesmo enredo de 1990, uma homenagem a escritora Eneida de Moraes. No entanto, não foi uma reedição, mas sim uma releitura, onde foram acrescentadas novas ideias, como uma menção ao Carnaval virtual. A escola acabou, em 2010, na 12ª posição sendo rebaixada para o ano de 2011 ao Grupo B, juntamente com a Unidos de Padre Miguel. Após o rebaixamento a escola precisou deixar sua quadra, devido a uma liminar imposta pelo DER-RJ.

Na sua volta ao Grupo B, a escola de São Cristóvão trouxe como enredo O Mais Doce Bárbaro - Caetano Veloso sobre o cantor Caetano Veloso, do carnavalesco Eduardo Gonçalves. Fez um desfile candidato a ganhar, inclusive com o homenageado desfilando. Daniel Silva foi o intérprete e Gracyanne, rainha de bateria.[14] Última escola a desfilar na terça-feira, na Sapucaí, com esse desfile, obteve o título do Grupo de acesso B.[15]

Para 2012, a escola contratou o carnavalesco Jack Vasconcelos, que estava na Viradouro, e o Mestre Celinho (ex-Unidos da Tijuca), que estava afastado do carnaval há alguns anos. Intitulado "A tal mineira", o enredo seria sobre Clara Nunes.[16] Terminou na última colocação, mas, devido a uma manobra que cassou os direitos da LESGA, permaneceu no grupo de acesso A. Em 2013, seguiu na mesma linha de homenagens, desta vez ao humorista Chico Anysio.

Em agosto de 2013, Renato Thor, abdicou de ser presidente da agremiação, para se dedicar à vice-presidência da LIERJ, deixando em seu lugar seu pai, Jorge Honorato.[18] Este trouxe o experiente carnavalesco Severo Luzardo, para reeditar o clássico samba-enredo Kizomba - A festa da Raça, com o qual a Vila Isabel sagrou-se campeã do Grupo Especial em 1988.[19][20] A poucos meses do desfile, a escola chegou a cogitar dispensar Claudinho Tuiuti do comando da bateria,[21] o que acabou não ocorrendo. Bastante elogiada em seu desfile, a escola se manteve no mesmo grupo para o ano seguinte.

Em 2015 a escola apostou no retorno de Jack Vasconcelos, como carnavalesco, que surpreendeu com um enredo de temática indígena, "Curumim chama Cunhantã que eu vou contar...", que foi baseado em um livro do escritor Hans Staden. Com um desfile surpreendente, tendo como destaque a sua comissão de frente, a escola acabou ficando com a 5º colocação.

Para 2016, a escola manteve Jack Vasconcellos, apesar deste também assinar o carnaval da União da Ilha. Daniel Silva continuou a frente do carro de som da escola e, a princípio, faria dupla com Ciganerey (que chegou a gravar o CD da Série A) porém, este foi chamado para assumir o microfone principal da Mangueira devido ao falecimento do interprete Luizito. Porém, Daniel ganhou a companhia de Leandro Santos, que havia saído da Estácio de Sá. A bateria, continuou o premiado Mestre Ricardinho, visando trazer os 120 pontos para a escola no quesito, já que em 2014 e 2015 a bateria Super Som garantiu a nota máxima (40 pontos) para a agremiação. Com o enredo "A Farra do Boi" a escola fez um desfile empolgante e conquistou a Série A perdendo apenas 0,1 dos 270 pontos possíveis, garantindo assim seu retorno ao Grupo Especial depois de 15 anos.

Para o carnaval de 2017, a escola se reforçou com o experiente casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Marquinhos e Giovanna, vindos da Viradouro e com o intérprete Wantuir, vindo da Portela. A princípio, Wantuir faria dupla com Daniel Silva, mas este deixou a escola. O enredo foi "Carnavaleidoscópio Tropifágico" sobre os 50 anos do movimento Tropicália. A escola fez uma apresentação bonita, mas sem muito destaque. Na apuração, terminou em décimo segundo lugar, mas por conta dos inúmeros acidentes ocorridos nos dois dias de desfile das Escolas de Samba (um deles envolvendo a própria Tuiuti, com a última alegoria prensando algumas pessoas na grade do Setor 1, ferindo cerca de vinte - entre os feridos, a radialista Liza Carioca, que falecera dois meses depois) a LIESA decidiu vetar o rebaixamento para a Série A no ano de 2017. Sendo assim, a Paraíso do Tuiuti permanece no Grupo Especial para o carnaval de 2018, fazendo sua melhor participação na elite do samba carioca - dois anos consecutivos.

Para o carnaval de 2018 o enredo da escola será sobre os 130 anos da Lei Áurea cujo título será "Meu Deus! Meu Deus! Está extinta a escravidão?". Diferente dos anos anteriores, a Tuiuti optou por encomendar seu samba-enredo à compositores da escola, e contará com o reforço do intérprete Nino do Milênio (ex-Inocentes de Belford Roxo) e do casal de mestre-sala e porta-bandeira Marlon Flores e Danielle Nascimento.

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