• Idioma:
  • Conversão:

Home | Escola de Samba - Imperatriz

Imperatriz Leopoldinense

Imperatriz Escola de Samba Bandeira

"Meninos eu vi… onde canta o sabiá, onde cantam Dalva e Lamartine

Compositores: Gibi, Serjão e Zé Catimba
Intérprete: Arthur Franco

Letra do Samba 2021:

EM BREVE

Desfile 2021




Enredo 2021

  • Carnavalesco: Leandro Vieira
  • Diretor de Carnaval: Wagner Tavares de Araújo e Marcos Aurélio Fernandes
  • Diretor de Harmonia:-
  • Intérprete: Arthur Franco
  • Mestre de Bateria: Lolo
  • Rainha de Bateria: Iza
  • Mestre-Sala: Thiaguinho Mendonça
  • Porta-Bandeira: Rafaela Teodoro
  • Comissão de Frente: Hélio Bejani e Beth Bejani
  • Desfile de 2021
  • Posição de desfile: 

"Meninos eu vi… onde canta o sabiá, onde cantam Dalva e Lamartine

Sinopse - RESUMO

“La la la la lauê

Fala Martim Cererê!

Vem cá, Brasil,

Deixa eu ler a sua mão, menino,

Que grande destino reservaram pra você”.
A música tocava todos os dias na novela de Dias Gomes, uma adaptação de Romeu e Julieta passada num subúrbio do Rio. Não sei quem era Montechio ou Capuleto – mas a música nos levava ao subúrbio, a uma escola de samba. Foi Fernando Pamplona que sugeriu a Dias Gomes, autor da novela, que tomasse a pequena e desconhecida escola de samba de Ramos como sede de sua locação. Ficou conhecida a escola, seu compositor Zé Catimba e o magnífico samba, cujos versos previam um futuro grandioso para um menino que ainda jovem entrou para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Seu nome era Arlindo Rodrigues.

Lá conheceu Fernando Pamplona no setor de Cenografia e Montagens. Aprendeu rapidamente e logo se tornou um colaborador nas invencionices do amigo Fernando. Foi assim que entrou em contato com a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Para lá foi Fernando, para lá foi Arlindo. E juntos fizeram os desfiles tomarem outros rumos – “que grande destino reservaram pra você…” Adicionaram elementos de espetáculos teatrais – como colocar fantasia na bateria – uma inovação –, utilizar proporções grandiosas para os trajes, bordar em grandes espaços, dando visibilidade aos desenhos, e a utilizar de materiais inusitados como os espelhos, que foram substituir as luzinhas, tão em voga na época embora ineficientes. Os temas eram absolutamente inéditos, criando uma nova vertente para enredos cujas histórias não constavam dos livros escolares, como a de Zumbi dos Palmares, de Chica da Silva e de tantos outros, dando ênfase a assuntos ligados a negritude. Muitos desses enredos acabaram virando filmes, dado o sucesso que alcançaram. Um dia, Arlindo resolveu mudar de ares e de escola de samba, e foi para a Mocidade Independente de Padre Miguel. Deu Arlindo na cabeça! O enredo Descobrimento do Brasil conseguiu desbancar as outras concorrentes, deixando até mesmo o Salgueiro de seu amigo Pamplona para trás.

  • 2001Campeã
  • 2000Campeã
  • 1999Campeã
  • 1995Campeã

Ficha Técnica

  • Fundação: 06/03/1959
  • Cores: Verde, Branco e Ouro
  • Presidente: Luiz Pacheco Drumond
  • Presidente de Honra: Luiz Pacheco Drumond
  • Quadra: Rua Prof. Lacê, 235 - Ramos - Rio de Janeiro - RJ - CEP. 21060-120
  • Ensaios: ?????????
  • Barracão: Cidade do Samba (Barracão nº 14) - Rua Rivadávia Correa, nº 60 - Gamboa - CEP: 20.220-290
  • Web site: www.imperatrizleopoldinense.com.br
  • Imprensa: ?????????

A História da Imperatriz

O farmacêutico Amaury Jório foi o mentor da Imperatriz Leopoldinense. Após a extinção do Recreio de Ramos, do qual fazia parte, Jório teve a ideia de fundar uma escola de samba. Mas para que a nova agremiação tivesse força e não sucumbisse como o extinto Recreio, seria preciso agregar a nata dos sambistas da Zona da Leopoldina. Conhecido por sua habilidade política, Amaury convocou sambistas e foliões de outros blocos e agremiações da região, além de amigos seus, para uma reunião em sua casa, na rua Dr. Euclides Faria, número 22, em Ramos. A Imperatriz Leopoldinense foi fundada numa sexta-feira, dia 6 de março de 1959, por Amaury Jório, Oswaldo Gomes Pereira, Arlindo de Oliveira Lima, Elísio Pereira de Mello, Agenor Gomes Pereira, Vicente Venâncio da Conceição, José da Silva (Zé Gato), Jorge Costa (Tinduca), Francisco José Fernandes (Canivete), Manoel Vieira (Sagui), Aloísio Soares Braga (Índio), Jorge Salaman, Manoel Hermógenes dos Santos, Arlindo de Oliveira Lima, Nair dos Santos Vaz, Nair da Silva, Claudionor Belizário, Zé Katimba, entre outros sambistas e foliões da região, e remanescentes do Recreio de Ramos. Diferente da maioria das outras escolas, que têm suas origens em comunidades carentes, a Imperatriz surgiu em um local bem estruturado do subúrbio carioca. Fato que gerou um contingente de componentes de níveis sociais mesclados. Participaram de sua fundação tanto pessoas simples, quanto grupos de acadêmicos de alta escolaridade.

Durante a reunião de fundação foi criada uma junta governativa que ficaria incumbida de legalizar a escola, criar seu regimento interno e convocar outros sambistas da região para participar dos segmentos da recém-criada agremiação (bateria, ala de passistas, ala de baianas, ala de compositores, etc). Na mesma reunião, foram escolhidos o nome e os símbolos da nova escola. Osvaldo Gomes Pereira foi eleito o primeiro presidente da Imperatriz, até que fosse convocada uma nova eleição. Amaury Jorio foi escolhido o secretário e Arlindo de Oliveira Lima, o tesoureiro. No mesmo ano de fundação, a agremiação conseguiu o alvará de localização, fixando sua sede na casa de Amaury Jório, sendo a pioneira em tal feito.

;